A você que, você acaba de Nutrição Humana e Dietética (discurso de fim de curso)

Há poucos dias, a Universidade de Alicante, quis dar voz a muitas das questões discutidas neste blog me convidando para dar o discurso de fim de curso de Nutrição Humana e Dietética, o que tradicionalmente se conhecia como “aula magistral”.

Sinceramente, é um dos maiores honras que pude fazer foi a minha casa e onde me iniciei os estudos desta disciplina. Mas, sobretudo, eu tenho que agradecer o esforço dos alunos de último ano por ter-me e por ter tido a ousadia e deferência de me convidar para que pudesse dedicar-lhes algumas palavras.

A mensagem que queria dar o tinha muito claro, e agora que está disponível o vídeo da formatura acho que é uma boa ideia compartilhar essas palavras se talvez a outros futuros profissionais e parceiros lhes pode ser útil.

Após isso, toma a palavra o meu já companheira NostalgiaAlimentaria, que é o exemplo vivo da idéia de misturar paixões. Pena que ao terminar o ato pudesse compartilhar apenas algumas horas de tempo com as pessoas de que é praticamente a minha casa, e assistir a apenas um jantar, mas é um prazer voltar a esse maravilhoso campus e faculdade.

Obrigado por fazer me sentir que as futuras gerações serão melhor do que as atuais!

As palavras escritas previstas no discurso, e ligeiramente modificadas na intervenção foram as seguintes:

Em vão permetre que parle em castellà, que sóc d’Évora i o! ens ix amb um accent última reserva: rar no canal da Mancha i séria última reserva: graciós”

Porque outra vez por aqui! Faz nada eu estava aqui, em terno e gravata. Eu juro.Minha mãe, entre o público, eu aqui com mais cabelo.

E comecei a dizer coisas aos meus colegas, coisas muito bonitas, pensamentos preciosos desejos para o futuro… eu Me lembro que no meu promoção citamos o direito de sonhar, de Eduardo Galeano, esse direito que não está consagrado na nossa declaração universal de direitos humanos… Foi um dia muito legal, de reflexão, de celebração e esse também vai ser o vosso dia ótimo.

Em suma, éramos jovens que esperavam que acontecerem coisas. Algumas foram cumpridas, outras pioraram, e algumas continuam em nosso país.

A crise que esse ano estava começando e não quer ir ainda.
Nossa profissão ainda não é tão reconhecida como merece.
Eduardo Galeano já não sonha, está morto.

Mas, tudo continua, e parece que está melhor.

A alimentação é um dos temas que mais preocupam a sociedade.

Esta universidade já tem vários D-N como professores, excelentes profissionais, por certo. Parabéns à Universidade por ter incorporado a D-e N) professores! Eu não tive a sorte de ter a nenhum que fosse. Eu vo-lo merecíais!

E o melhor de tudo, a cada ano somos mais, melhor treinados, mais comunicados entre nós, mas acima de tudo, com mais ferramentas ao nosso alcance.

Os nutris de hoje tendes muitas mais oportunidades e fontes de informação que, quando saímos daqui, em 2009, em plena crise.

Se nós conseguimos, vocês de rua. Porque agora temos tudo a nosso favor.E direis? A favor para que?

Para conseguir o emprego? Para ter sucesso? Para ter sucesso? Como fazer? Para ganhar a vida? Não, não, não. Isso vai depender de outros fatores.

O que temos a nosso favor hoje, é a possibilidade de ajudar as pessoas de uma forma diferente da que poderiam ontem.

E será, então, quando iniciamos a fazer isso: ajudar, colaborar. O que vos levará de maneira indireta, ao trabalho, ao sucesso, à tranqüilidade, ou whatever you want.

Como você pode ajudar as pessoas sendo D-N? Pois, como mais gostares.

Em uma consulta, uma clínica, um equipamento desportivo, uma empresa do sector alimentar, divulgando ao seu redor, formando as pessoas… o que quer que seja, mas que ajude. E que ponha em valor o vosso conhecimento e a vossa capacidade de mudar as coisas.

O melhor não sabemos ainda ou temos que tomar consciência, mas nós somos a profissão da saúde que, agora mesmo, mais pode mudar o paradigma da saúde e da saúde em nosso país. Não estou exagerando. Olhai para as famílias e amigos

Estamos em uma situação em que as pessoas não “morre” como há muito tempo: As pessoas hoje se mata a si mesma, com os maus hábitos: fumando, bebendo, não se movendo, comendo coisas que são comestíveis, mas não são comida.E é a outra metade da gente que matamos com ignorándola e com as nossas omissões, com a pobreza, com a desigualdade. A maioria das mortes são evitáveis, com decisões.

Hoje, apenas temos problemas nutricionais. Não são problemas de saúde. São conseqüências de problemas humanos, sociais. Metade do planeta doente com sua opulência, enquanto a outra metade a empurramos a desnutrição.

Temos líderes que falharam, como seres humanos, porque permitem, por um lado, que seus cidadãos caiam doentes, com uma publicidade que campa à vontade, com cerca de produtos alimentares e de descartáveis, com uma saúde deficiente em nutrição… E quando deixamos de fome ao Sul do planeta.

Mas a nossa profissão, é capaz de mudar as coisas, porque é uma profissão da saúde que empodera, que é capaz só de tratar patologias, ou de evitá-las… mas de mudar vidas, alterar as famílias, ambientes, ambientes… e transformá-los saudáveis.

Não há nada mais eficaz do que educar as pessoas para que tomem as rédeas de sua vida. Essa é a intervenção de saúde mais eficiente que existe, por cada 1€ investido em um D-N que ensine hábitos alimentares, o sistema é capaz de economizar 40€ no desenvolvimento de patologias associadas.

Se tão mal vamos de fundos de caixa, deixemos de tomar medidas cortomiristas e que nos preocupemos com a saúde das pessoas e porque elas são capazes de seguir uma vida saudável.

Precisamos chegar antes da doença. Não só pelo dinheiro, mas pelo bem-estar de nossa gente, de sua família, de seus amigos.

Não podemos oferecer como única resposta pastilhas dadas mal e tarde, ou uma dieta de gaveta sem ensinar bons hábitos. Assim não. Para isso não há necessidade de ser uma eminência em Saúde. Apenas senso comum. Daí que você vai ser cruciais, e precisamos D-N muito bem formados.

Vos vão dizer que nunca vos deixeis de fazer. Isso é verdade, mas não toda a formação da vida é seguir com mestrado ou com outras corridas, porque eu não sei o que fazer. A formação humana é mais importante ainda, porque trabalhamos com pessoas.

Também vos vão dizer que disponham-se a seguir. Isso é verdade, é importante participar e desenvolver projetos pessoais. Mas não nos enganem, o empreendimento não pode ser a desculpa nem o eufemismo de “localize-se as castanhas”. Porque um estado e os políticos têm a responsabilidade de nos oferecer um futuro digno.

Não falamos de um trabalho bem pago, ou de saídas profissionais para a carta. Falamos de dignidade. Coisa que está caindo bastante no que tomam as decisões em nosso país.

A nossa geração, (em espanhol, estou muito orgulhoso de ser um passado) foi-nos dito desde que éramos pequenos, desde o instituto. “Estuda algo que tenha saídas”

“Sorria, seja bom, pórtate bem, espera seu momento, se você pode sonhar você pode fazer. A vida lhe recompensará com trabalho, riqueza, amor e muito sexo. Ao final você terá o que merece” E não! A vida não é uma frase de Coelho, uma xícara de Mr Wonderful, nem um anúncio de Evax. Normalmente as coisas que você tem que currárselas, olhai para a vossa família, e perguntar se não é o curran dia-a-dia.

Muito poucas pessoas são felizes por sorte. Normalmente envolve muito esforço, muito repensar, e muitas decisões.

“Faça alguma coisa que tenha saídas” Que palavra mais feia. “Saída de trabalho”, como se fosse um limbo, um incêndio, uma incerteza que há que resolver em breve.

A situação que vivem manhã, não há que “dar partida”, tem que aproveitar, especialmente porque tem a opção de escolher. Que privilégio poder escolher! E o que é importante escolher bem.

E se vós errais muito não acontece nada. Todos estamos certos, e muito. Você você dedicou um ano a um trabalho que não gosta? Pois bem, isso que agora tem a certeza de já aprendeu. O que você tem feito um mestrado que se valeu de pouco? Pois bem, isso que você ganha, você já conheci pessoas, você aprendeu a investigar e mais titulitis… será Um ano estudando inglês e fazendo estágio? Ótimo, porque você pode ir fora. Ou por que não os que haveis começado mais tarde?

Nunca é tarde! Mudar a sua vida aos 30, estudar outra carreira aos 40.

Onde está escrito que você tem que concatenar os estudos, ano após ano, sem tempo, ou sem mudar o rumo? Vão ter muitas dúvidas, é normal. Eu ao terminar, fiz um mestrado, porque tinha medo de sair. E ao terminar o curso, voltei para Alicante, a adaptar-se ao grau de bacharel. Para quê? Porque eu não sabia o que fazer. E ao terminar, pois a continuar estudando… porque não estava nada claro. Mais coisas para pendurar na parede. E daí?

Hoje me dou conta, de que o mais importante é que, pelo menos, nunca deixei de fazer as outras pequenas coisas, o que me apasionaba.

Eu não gosto de recorrer muito com as experiências pessoais. Porque você tem que levá-los com muita cautela. Já sabeis que os estudos com N=1, não são muito extrapolables. Assim que tomároslo como uma abordagem diferente.

Toda a vida foi-nos dito que temos que estudar o que tem saída. Focalizar os estudos, não ter distrações…

Se eu hoje tivesse seguido esses conselhos, não teria a duas coisas que mais deram sentido à minha atividade atual: o Meu voluntariado nos escuteiros e abrir um blog

Durante a corrida eu passei todos os fins-de-semana, voltando a Albacete, para estar com os meus a no meu grupo escoteiro. 10 fins de semana em toda a carreira em Sant Vicent. Menos mal que minha mãe nunca me disse deixe-se de asneiras e concentre-se! Porque ela sabia que não estava perdendo tempo, que essa era a minha outra universidade.

E mais tarde, em 2010, decidi em um cabreo monumental com a vida, e com a universidade abrir o blog de Minha Dieta Manca, no pior momento possível. Justo quando mais coisas estava estudando depois da corrida e mais carga de trabalho tinha em actividades de voluntariado.

E as minhas companheiras de apartamento não me disseram nunca “isso é uma perda de tempo” ponte com o que importa. O que importa, o que nos torna diferentes, quase nunca aparece no Currículo. Fazer o que me apasionaba era o que me permitia continuar nesse ritmo.

Mas se as tivesse deixado, agora teria apenas títulos, mas não seria eu. As pessoas não somos méritos, conquistas, prémios extraordinários nem diplomas. Somos o que há por trás, os nossos valores e o que somos capazes de fazer. Não deixeis nunca as coisas que os definem.

Sois algo mais que graduados em NHyD, sois atletas, voluntários, leitores, tocáis um instumento, amais o cinema, gosta de fotografia, bailáis ou fazeis simplesmente algo que vos amo. Tentem unir o que vos amo com a nutrição, se é que não é a nutrição, o que os torna loucos. Eu na corrida não estava apaixonado pela nutrição. Me encantei com o pincel, com o contato. Contándola. Dei-Me conta de que o que me convinha era contá-lo.

Sinto-Me identificado com essa frase de Carl Sagan, provavelmente, o melhor divulgador científico que houve que diz: “Depois de tudo, quando você está apaixonado, quer contar a todo o mundo. Por isso, a idéia de que os cientistas não falam em público da ciência me parece aberrante”

Não sabe o que é o sucesso do trabalho. O que sei é que as horas me esfuman trabalhando, perco a noção do tempo. Faz-me de noite fazendo o que eu amo.

Eu não sei se eu ganhar muito ou pouco. Não sei se tenho boa ou má consideração. Não sei se tenho muito poder ou pouco.

Só sei que nem nos meus melhores prognósticos eu me via a mim mesmo, com a sensação de não trabalhar, mas de desfrutar. Se eu tivesse que dar uma mensagem é essa.

Tentem procurar algo que não tenha saída, mas que vos apasione porque o fareis felizes e com excelência. Hoje estais a tempo de escolher, e em 10 anos também vão estar.

A partir de amanhã vos vão persuadir, vos vão seduzir porque sois pessoal de saúde. Aparecerão em sua vida pessoas e projetos carrapato, que querem aproveitar. E tendes que ser conscientes que

Vender coisas que não funcionam NÃO é sucesso.
Colocar dietas milagre NÃO é triunfar.
Enganar as pessoas NÃO é ganhar a vida.
Vale a pena, muito mais do que isso. Não vos rebajéis dessa forma. Não deixeis que vos explodir. Não precaricéis vosso trabalho. Cada ofensa de trabalho que vontade soberana é um sucesso para a profissão, e nos coloca em valor, nem mais, nem menos, apenas o correspondente.

Se você olha ao seu redor. Na vossa formação foram investidos muitos recursos e esperanças. Horas de seu corpo docente, dinheiro e esforço de vossos familiares. Fazei com que se sintam orgulhosos de tudo quanto fazeis. Famílias não deixeis nem invitéis a que se rebajen, eu sei que é duro. Encontrar um emprego o quanto antes é hoje em dia uma prioridade. Mas a prioridade é que os vossos filhos e filhas sejam pessoas íntegras e vos sintáis orgulho do que estão fazendo.

Uma coisa é começar humildemente a partir de baixo, e outra é vender os vossos valores. Não vendáis vossos valores, é o mais caro do que tendes.

Alguém pode estar pensando, ” bom “Isso você pode dizer que tu tem emprego, não se foder” mas, na verdade, não é AGORA que o digo, mas desde sempre.

E acredito que é esse foco, o que hoje permite ser feliz com a nutrição.

Vos tenho a dizer uma coisa para as famílias. Dai-lhes espaço. Dai-lhes tempo, que se esclarecer, porque não sabemos o que fazer. Agora que não nos ouvem, não temos nem ideia de fazer dietas, quando saímos.

Agora, eles precisam encontrar-se, sair do loop, por isso, fazemos coisas por inércia, e por medo. Muitas vezes não tomamos as melhores decisões, porque nos foi construído um medo irreal. Mas a vida lhes vai estar esperando por um, dois, três anos… e aí, vos vão precisar mais do que nunca. Deixai que se vão, de casa, ou fora do país. Que mudem.

Se não o fazem agora pode perder a experiência de viver algo incomparável. Não se preocupe, os que fomos ao estrangeiro, voltamos, e se você decidir não voltar, acreditem, é porque fora encontramos a peça que faltava.

Ao corpo docente: Sei que os professores não estamos em uma situação confortável. Que só temos obstáculos. Mas em nossas mãos temos projetos de vida.

Esta gente merece esse esforço para atualizar-me, por estar ao dia, por ser humilde, reconhecer erros, por nos concentrar nas suas preocupações… estamos Todos aqui por culpa de nossos docentes. Professores de verdade. Educadores. Temos um compromisso e uma responsabilidade, e é o de ser fonte de inspiração, a não ser pessoas que lêem power points ou recitam textos copiados em sala de aula. Guttenberg inventou a imprensa, e temos de fotocópias.

Graças à universidade de Coimbra por ter feito um exercício de reflexão e estar ciente de que não há educação que pode marcar tanto o povo como o outro D-N falando de tu a tu.

E aos meus futuros colegas, Nutricionistas-Nutricionistas: As coisas mais úteis para o seu desempenho profissional não conheceis nem aprendi ainda. Amanhã é o momento para se deixar as desculpas em casa. E não patalear pela intromissão, porque não somos reconhecidos, ou porque eu não tenho lugares em saúde. Amanhã é o dia para conquistar essas conquistas. Já os desfrutaremos mais tarde.

Os profissionais de hoje, sempre usamos as pontes que outros colegas antes construíram para nós. Não tem que ser o mais pronto, nem os mais bonitos, ou os que ganéis mais massa… Não procureis ser modelos profissionais, mas modelos de pessoas.

Simplesmente ser melhores do que ontem, de deixar o ambiente melhor de como o encontraram. O reconhecimento da profissão não se espera. Se procura e se luta, o Nosso código de Ética diz que temos que agir com excelência. Não há melhor recomendação que um companheiro ou companheira que seja exemplar em seu dia-a-dia, essa é a melhor carta de apresentação para a profissão.

Não se esqueçam de que não sois de divisores de dietas. Sois prescrição de consumo, de comportamento. Impulsáis um modelo de sociedade. O modelo de ética que quiser tem que estar em cada ação que façais.

Para terminar, efeméride: Hoje, em 1900 nascia Antoine de Saint-Exupéry, o autor do pequeno Príncipe, um livro que temos que ler, pelo menos, uma vez por ano. Recorro a duas citações desta obra de arte.

Lembrai-vos, que ninguém vos pode saber por vosso CV, pois o essencial é invisível para os olhos. E claro, não esqueçam de que “Caminhando em linha reta não pode chegar muito longe.” Não vendáis vossos valores. Ajude os outros. Fazei tudo o que está na vossa mão. Actuad com excelência

Mas acima de tudo fazei as coisas que eu vos encham, porque são as que dão sentido às nossas vidas.

Meu professor de matemática, o primeiro que me falou de nutrição DEP.

Cruel correspondência que nos deixasse hoje, precisamente no dia de Pi.
Bernardino do Campo López, dos professores que mais me marcaram nunca, deixou-nos para sempre.

Não só é uma triste notícia, pessoalmente, é uma grande perda para Albacete e uma grande perda para a matemática. A sua importância como professor desta área é tal que, hoje, ele está aqui, em um blog que, aparentemente, não tem que ver nada, de Nutrição e Dietética, aparentemente… e além disso, não só por motivos pessoais, mas com todo o seu mérito profissional.

Há não muito me reprocharon o porquê de falar tanto no blog dos malcentes e desmotivantes que são alguns professores, mas não tanto dos bons professores.
Respondi que era uma questão de representatividade. Se ao longo de minha vida tenho lidado com 100 professores diferentes, eu só posso dizer com segurança que apenas 5 se marcam como devem, e cerca de uns 20 merecem uma menção ou um reconhecimento digno. É claro que nem todos são grandes professores, nem todos são malcentes. O resto são apenas os professores que passaram sem mais por sua vida.

Hoje, talvez, já é tarde, e quem deveria lê-lo já não pode. Mas eu gosto de pensar que, entre todas as carambolas educativas que eu tive na minha vida vida, Bernardino, teve muito a ver com a vocação profissional que hoje vivo.

Haverá quem pense que a nutrição não tem que ver com a matemática. Pode ser que tenham razão, ou talvez ainda não tenham se ciente de que a matemática que são tudo. Pode referenciar as bases que explicam o que estão ligadas estas disciplinas: a partir das reações físico-químicas que explicam o que acontece no nosso organismo, passando pelo aspecto econômico-social da alimentação, os fluxos de tecnologia de alimentos, os modelos de saúde pública, bioestadística, epidemiologia… Em fim, não vale a pena se divertir. Quem não seja capaz de perceber que não irá mudar sua percepção com a leitura de um post.

Ele costumava dizer, “você sabe para que servem as propriedades dos logaritmos? Para paquerar!” Lembro-me de falar de precisão com as 16551 localidades que então tinha o Carlos Belmonte.
Também me vem à cabeça com saudade suas explicações de seno-cosseno fazendo uma cruz com o braço, ou as de côncavo-convexo, enquanto jogava beijos para a turma, para que o lembrar bem.

Suas aulas eram inspiradoras, e era dos poucos docentes com o que as falhas sempre os atribuías a seus próprios erros e não à subjetividade do mesmo na hora de corrigir, o “me tem mania” ou a má sorte.

Mas acima de tudo, lembro-me do primeiro dia em que um matemático falou-me de nutrição.

Se eu tivesse que ficar com algo dele, seria com a forma em que se explicava. Se falava diferente, porque se o fizesse, não era recitar, não era contar por contar. Era a mais pura e exata definição de “explicar”. Se bem é certo que sua metodologia não distava muito do convencional: aulas expositivas, exercícios, problemas e correções… Alguma vez innovaba, e precisamente esse episódio explica o post de hoje.

Seria o ano de 2003 ou 2004, estávamos focados nas funções trigonométricas, e nos pediu que no dia seguinte levássemos um pedaço de papel, uma tesoura, uma régua e um fio. Disse-Nos que íamos construir um calculador de senos, cossenos e tangentes para qualquer ângulo. Mas que apesar de rudimentar de sua construção, era muito importante o que faria funcionar: uma peça de fruta, pois este aparelho só pode ser usado com ela.

Eu temia que alguma explicação derivada da sphericity das frutas. Cheguei a pensar que usaríamos o lanche do meio da manhã desse dia para desenhar uma circunferência ou algo assim. Por isso escolhi uma laranja, até mesmo cheguei a esboçar um sorriso pensando o quão iludidos que seriam aqueles que levassem uma banana. Nada mais longe da realidade.

No dia seguinte estávamos todos lá com o nosso material e nossos frutos. O fundamento era simples: criar um círculo de raio conhecido com o cartão e colar no centro do círculo uma extremidade do fio, de forma que se pudesse mover-se para formar o ângulo que tu quiseres. Desta forma, quando ponías o fio na posição de um ângulo qualquer, você podia descobrir seu seio e o seu cosseno medindo diretamente com uma régua a distância do fio para a linha de referência (já for 0 ou 90 graus).

Por exemplo, se o seu círculo de papelão tinha 10cm de rádio, e colocamos um ângulo de 90º graus. Ao medir a distância das linhas de referência (0 e 90º), obtenías os resultados do seio (neste caso = 1) e do cosseno (neste caso = 0). Tão simples como dividir-se entre 10 a sua medida com a régua.

Realmente o aparelho não era útil do ponto de vista prático no dia-a-dia, mas sim que era muito didático para observar de uma maneira muito gráfica como mudam os parâmetros conforme você alterar o ângulo. O caso é que nunca mais tive que consultar uma explicação gráfica de que era cada coisa em trigonometria).

O viva exibe o famoso “Me contaram e eu esqueci; eu vi e entendi; eu fiz e aprendi” de Confúcio.

Mas faltava o mais importante. Todos nós tínhamos a nossa oficina está finalizada, mas nós realmente não sabíamos por que era necessária, então, a fruta, já que tudo esta acabado e não tinha recorrido a ela. Quando lhe perguntamos por que temos trazido para a fruta, se não serviu para nada?

Ele respondeu: “Como que não? Graças à fruta ocuparam sempre um monte de vitaminas, e sem elas, não poderíeis pensar que é, ao fim e ao cabo o que faz falta para usar esta calculadora trigonometria. Toque em repouso, de modo que já sabeis, tirai o vosso fruto e nos vemos amanhã”

Sinceramente nunca imaginei que o motivo fosse esse. Assim que me passar de pronto, os banana não foram os pringaos’, mas fui eu com minha laranja que eu tive que “beliscar” por não ter faca para pelarla.

Houve quem lhe pareceu decepcionante, houve quem lhe pareceu brilhante. Mas cada vez que eu valorizo mais e concluo que foi magnífico.

Claro está que a afirmação a nível nutricional não é nem purista nem especialmente rigorosa. Mas, sem dúvida, esteve à altura do professor que foi, acima de tudo, por fazer essa defesa, e esse fomento da fruta, como professor de matemática, a cerca de jovenzuelos do instituto.

À margem desta anedota, todos os conhecimentos matemáticos e físicos do instituto, foram imprescindíveis para se concentrar e pensar muitas coisas de minha formação universitária, em especial as de pesquisa e as de Ciência e Tecnologia de Alimentos. Um aprendizado de papagallo, de memória, e sem a razão, eu nunca teria permitido superá-lo, e talvez seja o momento de agradecerlo.

Arrependo-Me de há pouco quando me peguei alguns daqueles com alguns colegas da época, e conversamos sobre o seu estado de saúde muito delicado, por causa de seu câncer. Pensei “vou dedicar um post, para que você saiba todas as vezes em minha vida universitária que eu tenho, de acordo com ele,” este post está atrasado para ele, mas não para o resto saiba o que fez. Todo o meu apoio à sua família e amigos.

Bernardino do Campo. DEP

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A juventude

O seguinte trecho corresponde à intervenção do ex-alunos da Licenciatura em Ciência e Tecnologia de Alimentos, da Faculdade de Farmácia, Universidade de Granada.

São recolhidos aqui apenas os parágrafos da mensagem, enquanto que o discurso pode ser lido na íntegra aqui, com todas as referências internas da carreira.

Hoje não há imagens que acompanham a entrada, o que importa são as palavras.

Quanto a nós, não nos confundamos, nós não somos a geração mais preparada da história, nós somos a juventude com mais títulos da história, que é diferente.
Mas são isso, papéis, não dão conhecimento.
Se queremos formar cidadãos úteis, há que incutir preocupações e não simples conceitos. Porque a juventude tem que criar, inventar, porque uma juventude que não cria é uma anomalia.

Além de ser um dia de festa, hoje é um dia de reflexão, pelo que é possível que todas as pessoas que estejam aqui vos vós as considereis o que o futuro nos reserva, e também o que vos vós as considereis que nos haveis ensinado ou o que aprendemos.

Pois aprendemos a construir, e à construção de uma forma muito diferente de como fazíamos há uma década. Ele convidou-nos para uma realidade que é explorado, e agora é a juventude, o que cria e aposta alternativas, nos vemos obrigados a empreender, porque as únicas portas abertas que nos encontramos são as do aeroporto.

Chegou-Se mesmo a dizer, que os jovens nós estamos indo do país por nosso espírito aventureiro.
-Que nada, ter espírito aventureiro é entrar na fila de secretariado em época de Matrícula.
[…] (Piadas internas)
-Não, não, ter espírito aventureiro é pipetear com a boca

Ei! E se você tem que pipetear com a boca… se pipetea, porque a juventude se adapta às circunstâncias, às adversidades.

Parte da juventude mostra que a cada dia, com sua sensibilidade frente às injustiças e nosso espírito inconformista, que faz com que nós não vamos nunca.

Chegou-Se a dizer “Trabalhar na UE não é trabalhar no estrangeiro”, dizem que trabalhar na Europa é trabalhar em casa. Mas a certeza de que a comida não vai saber mesmo…
-Bom, você sempre poderá testá-lo aos Domingos, total, vir de Berlim é um proximidades…

Além de nos adaptarmos, também aprendemos a participar, ou pelo menos a querer participar, o que nos deixam, ontem mesmo, foi informado do fechamento do Conselho da Juventude de Portugal, e isto unido à Reforma Educativa, no final, nos fazem acreditar que temos participado acima de nossas possibilidades.

O único ponto positivo que isso, é que de certeza que se da sala sai um futuro ministro ou ministra, você terá aprendido que a próxima vez que se faça um quadro educacional, gostaríamos que nos consultaran.

Nesta sala, também sairão docentes, e os que sejamos professores, vamos tendo aprendido a diferenciar o que é educação, EDUCAÇÃO COM letras MAIÚSCULAS, e nunca confundiremos o fato de ministrar uma aula com o que é educar. Um bom exemplo foram nossos padrinhos, que ultrapassaram sua função de docente para se tornar figuras a que aspiramos a ser algum dia. Obrigado pela vossa paixão, a confiança e o amor incondicional por nós.

A mesma paixão que mostram os professores que ensinam a partir da vocação, são os que realmente nos deixais impressão.
[…]
Não viemos aqui para ser amigos de todo o mundo, o importante é que nós levamos um punhado de pessoas que serão mais do que companheiros, pessoas que não esqueceremos nunca e têm muito o que falar ainda em nossas vidas.

Também aprendemos a valorizar a humildade e o carinho, porque as nossas famílias têm investido e apostado em nossa formação.

Obrigado por suportar nossas épocas de estudo e ter sempre palavras de apoio.
Conheceis de mão muito boa a luta, a entrega, os sacrifícios e todas as emoções pelas quais temos passado, e acreditamos que é a melhor oportunidade para agradecer por tudo o que fizestes por nós.
Nossos sucessos como filhos e filhas são dos vossos, como pais e mães.

E é que o melhor ensino é ter claro que não vale tudo, […] nós somos livres para ser qualquer coisa que quisermos.
Depende De nós que esta crise económica, política, social, não se transforme em uma crise de valores, que não acabe com a nossa ética, nossa moral, não com a nossa universidade, não com a de nossas famílias.

Nós queremos acordar hoje também de nossos colegas de Nutrição e Dietética, em um mundo onde a alimentação deixou de ser um direito para se tornar um negócio, os Tecnólogos de Alimentos, e os Nutricionistas-Nutricionistas temos muito o que dizer.

Pode ser que saiamos daqui sem lembrar-se de tudo, mas superar cada obstáculo nos fez melhores. Não melhores que outras pessoas, esse não é o objetivo, mas tentar ser das melhores versões de nós mesmos.

Discurso de Fim de curso CTA 2011-13 UGR

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Foto-reportagem da formatura

Parabéns aos alunos da Licenciatura em Farmácia, em especial por seu espetacular vídeo de formatura, e a Licenciatura em Ciência e Tecnologia de Alimentos. E, claro, para os estudantes de Nutrição Humana e Dietética que terão que esperar um ano para a formatura, pela mudança para a Categoria.

“Obrigado” por enmarronarme de novo nisso de falar.

Meus agradecimentos também a D. Ignacio Molina, vice-reitor da Universidade, que se intervenção se molhou bastante na denúncia da tendência a sofrer de uma “Universidade de aulas”, em especial indicando a eliminação da igualdade de oportunidades que estamos sofrendo.

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12 dicas de comida para adquirir no ano novo

Entre os projetos de ano novo freqüentemente condenados ao fracasso, é comum encontrar compromissos pessoais que se referem a nossa saúde, provavelmente no pódio se encontrem deixar de fumar, fazer mais exercícios ou comer melhor. Algumas das razões por que esses projetos não chegam a bom porto são falta de planejamento, ausência de consulta a profissionais ou mudanças muito bruscas em nosso comportamento.

Aqui partilho uma série de idéias que podem nos ajudar neste novo ano a comer melhor e, finalmente, ter uma alimentação mais responsável. São uma série de orientações muito concretas e tangíveis que podem servir de guia para as pessoas interessadas em mudar a sua forma de alimentação gradualmente.

1) Começar o ano sem “purgas” ou “punição”.
Se tivermos tido excessos de natal temos que evitar a tendência de compensar de maneira exagerada nossos erros, não se deve combater práticas de alimentação pouco saudáveis por excesso por outras pouco saudáveis por defeito. É melhor fazer uma adaptação progressiva e planejada. Passo-a-passo.

2) Cinco refeições por dia.
Imprescindível para distribuir de forma harmônica as calorias e os nutrientes durante o dia, concentrar a alimentação em 2 ou 3 ingestões não é recomendado. Ao dar a comida de uma forma mais equitativa, evitar oscilações muito grandes em nossa glicemia, desta forma poupamos picos pronunciados de armazenamento de energia (acúmulo de gordura) ou compulsão por chegar com fome para a refeição/jantar.

3) Aumentar o nosso café da manhã.
É uma ingestão determinante no nosso desempenho manhã, o pequeno-almoço “viciado”, e os efeitos de um bom pequeno-almoço são bastante razoáveis naquela mesma manhã. É recomendável que apareça a tríade: Cereal-Leite-Frutas, se te falta algum destes grupos poderia considerar incoporarlo em qualquer de suas formas.

4) Almoço e lanche saudável.
Em primeiro lugar, como diz o segundo ponto é importante incorporar estas duas ingestões se não as tiver em sua rotina (distribuindo quantidade de alimento de almoço e jantar). O ideal é que surgem frequentemente frutas, sanduíches, sucos, laticínios e não recorrer a bolos e doces.

5) Substitui de forma gradual os refinados por integrais.
Teste a ser incorporadas de forma progressiva, comprando arroz integral, pão ou macarrão. Se custa a adaptar-se à mudança pode fazer uso de alguns dias por semana. Cuidado ao misturar cereais refinados com integrais, já que não têm os mesmos tempos de cozimento e pode nos deixar uma parte dura ou passada em relação à outra. Os produtos integrais são absorvidos de forma mais lenta, o que resulta em melhor assimilação sem picos de glicemia, além de colocar mais quantidade de fibra.

6) de Azeite como gordura principal.
Outra boa alternativa é substituir, na medida do possível, as gorduras saturadas que usamos em nossa cozinha (manteiga, creme de leite, manteiga…) por azeite de oliva. De preferência cru e extra-virgem, felizmente, seu uso é bastante difundido em nosso país, mas em muitas receitas continua recorrendo a manteiga ou óleo de girassol por tradição ou herança. Tenta que predomine na cozinha o óleo de oliva.

7) Substituição parcial de sal por especiarias
O sal iodado é indispensável para nossa saúde, já que nos garante um aporte de Iodo suficiente que nem todas as pessoas alcançariam sem yodar sal de cozinha. No entanto, o seu abuso não é recomendado em relação à saúde cardiovascular se refere. Uma boa técnica pode ser a substituição parcial de sal de nossas refeições por especiarias, realçam o sabor sem aumentar o teor de sódio.

8) Reduz o consumo de carne.
Por regra geral, a nossa dieta é hiperproteica, devido comum a um excesso de produtos à base de carne, experimente reduzir uma ração por semana, se tomadas em diferentes produtos cárneos tenta substituir, em primeiro lugar, os enchidos, costumam ser ricos em gordura saturada e sal. Além disso, ao reduzir o consumo de carne, estamos ajudando a alavancar a eficiência energética de nossas culturas, é muito menos eficiente (a nível de recursos destinados) consumir nossa energia através da carne que os produtos vegetais.
Se você está preocupado com o impacto de sua alimentação deve saber que o consumo de carne é o que mais requer recursos, em troca da pesca marinha apresenta uma opção mais sustentável.

9) Recupera os legumes.
Os legumes, acompanhadas de algum cereal apresentam a mesma qualidade de proteína que a carne, daí que tenham sido imprescindíveis na nossa história alimentar os pratos como arroz com lentilhas, feijão com arroz, arroz com grão de bico…
Além disso nos fornecem hidratos de carbono complexos e fibras. Uma alternativa mais abrangente do que simplesmente consumir carne.

10) Encaixes: Muda o acompanhamento de batatas fritas/massas/arroz por legumes.
Quando preparar em casa um prato ou vá a um restaurante tenta substituir as tão frequentes batatas fritas por uma guarnição mais saudável. Menestra, salada, feijão verde, ervilhas, couve-flor, brócolis… as possibilidades são infinitas.

11) Compra responsável
Você vai economizar dinheiro, esforço e provocarás menos pegada ecológica se comprar as embalagens grandes. Além disso, se usa produtos locais, sazonais e pequenas empresas, você estará ajudando a sustentabilidade do planeta. Não se pode garantir que sejam melhores nutricionalmente, nem que tenham melhor sabor, mas é uma decisão responsável e pouco impactante.

12) Baralho se você comprar um produto “desnecessário”.
Este conselho está mais destinado ao seu bolso. Informe-se sobre se é necessário esse aporte extra que você está tomando com um produto enriquecido, talvez saia mais barato consumir outros alimentos que tenham ou simplesmente mais quantidade. Não é necessário recorrer a nenhum alimento funcional, rico ou produto dietético para ter uma dieta equlibrada. Estas possibilidades são ferramentas u opções que teria que recorrer em casos específicos.

Nota:Estas diretrizes são destinadas para um padrão de consumo alimentar depois (contextualizado em uma polaridade norte-sul) e desequilibrado nutricionalmente, o mais comum em nosso país a presente transição alimentar, não tem por que ser adequadas para todas as pessoas e cada um dos pontos deve ser avaliado para cada indivíduo.

Pressupõe uma dieta desequilibrada, hiperproteica, com um perfil lipídico saturado, a presença de hidratos de carbono refinados, excesso de produtos à base de carne, em detrimento de verduras e legumes. As orientações de alimentação saudável podem consultar através da NA (Sociedade Espanhola de Nutrição Comunitária) este documento de divulgação.

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Pode ser prevenido ou tratado com dieta?

A doença de Alzheimer é um distúrbio neurodegenerativo ” e multifatorial cuja principal causa de demência senil, atualmente não tem cura nem se pode travar tudo com uma intervenção farmacológica. Em o mal de Alzheimer, o declínio cognitivo está diretamente correlacionado com a perda de sinapses neuronais (união entre células do cérebro), ainda não se sabe o porquê da perda de sinapses, mas a pesquisa sugere que esta perda quadro de sinais é um evento precoce no desenvolvimento da doença.

As membranas neuronais, compõem-se de um tipo de lípido conhecido como fosfolípidos. O fosfolípido mais abundante no cérebro humano é formado por processos biológicos que têm lugar no cérebro, este processo é dependente da disponibilidade de nutrientes que requer: ácidos graxos ômega-3, uridina, colina entre outros. A formação deste fosfolípido se vê incrementada também pela presença de outras vitaminas e antioxidantes, que servem para melhorar a disponibilidade de nutrientes-chave.

Esquema sinapses (DaDez)

Para controlar os sintomas, a partir da farmacologia recorre-se aos inibidores da acetilcolinesterase e antagonistas do receptor NMDA, que pretendem reduzir a velocidade de progressão da doença, impedindo, por exemplo, a degradação da acetilcolina.

Estima-Se que haja cerca de 36 milhões de pessoas com demência em todo o mundo e o número está crescendo. O fator de risco mais significativo para a doença de Alzheimer é a idade. A maioria dos indivíduos com a doença são maiores de 65 anos e a probabilidade de desenvolver mal de Alzheimer aumenta aumenta conforme envelhecemos. A genética está envolvida em seu desenvolvimento, mas os casos de Alzheimer familiar respondem por menos de 5% dos casos. Por isso que a Epigenética tem muito a dizer sobre esta doença.

Cursa com outros factores de risco: a educação, o sexo feminino, traumatismos crânio-relacionados à anatomia, tabagismo, álcool, hipertensão arterial e dieta. O papel exato e a importância desempenhado por cada um desses fatores ainda está por determinar e implica o centro de atenção de estudos que estão sendo levados a cabo.

As etapas do mal de Alzheimer
Afecta as pessoas de diferentes maneiras e não existe um padrão único e invariável, porém costuma progredir através de algumas etapas que tornam patente a lesão neurodegenerativa.
O primeiro sintoma costuma ser a perda de memória do dia-a-dia, após o qual, as pessoas costumam ter problemas com a linguagem e a comunicação, estes podem ser sutis, por isso que é difícil diferenciá-los daqueles referentes ao processo normal de envelhecimento. Sinais a ter em conta podem ser a perda ou o perder de coisas, a confusão em locais conhecidos, a demora nas tarefas cotidianas ou mudanças de humor.

Progressivamente, os problemas se tornam mais evidentes, têm as mesmas coisas repetidas vezes, se pergunta a mesma questão, há mudanças na personalidade e às vezes custa reconhecer familiares.

Por último, a pessoa sofre uma mudança estrutural em massa no cérebro e tende a ter demência global. Todas as áreas cognitivas são muito afetadas, chegando a afetar a incontinência, desenvolvimento de condutas extraordinárias e ajuda com as atividades fundamentais do dia-a-dia.

O papel da nutrição na doença de Alzheimer
A pesquisa básica tem demonstrado que o fornecimento da dieta de precursores e co-fatores para a síntese das membranas neuronais aumenta a formação de sinapses. No entanto, há controvérsia quanto ao efeito líquido que pode ser a dieta, como tal, ou da suplementação.

Alteração neuronal na doença de Alzheimer

Alguns estudos com ratos demonstraram que a suplementação nutricional pode aliviar múltiplos fatores de risco genético para a doença de Alzheimer .

Também temos ensaios realizados em humanos, dão como resultado a melhora na memória verbal e retardada, (medida pela Escala de Memória de Wechsler-revista), em doentes com doença de Alzheimer precoce. Estes dados sugerem que a intervenção precoce, pode ser eficaz para prevenir um rápido desenvolvimento durante a fase de Alzheimer precoce.

Foi demonstrado que os níveis de nutrientes específicos (por exemplo, os ácidos gordos omega-3 e certas vitaminas) são mais baixos em pessoas com doença de Alzheimer em comparação com pessoas saudáveis da mesma idade. Como já comentado na introdução, estes nutrientes desempenham um papel na formação de fosfolipídios de membrana, e, portanto, na geração das sinapses.

Mas quer isso dizer que aportándolos teremos melhora os sintomas? Não necessariamente.

Quais os nutrientes estão relacionados com a prevenção do mal de Alzheimer?
Zinco
Os estudos dietéticos que foram feitos com animais sugerem que o impacto da dieta de Zn no desempenho cognitivo depende dos outros nutrientes da alimentação, além do Zinco de forma individual, de momento, não se pode dizer, como tal, que a deficiência de Zn seja, portanto, um fator de risco.

B9 (Ácido Fólico) e B12
Não há muitos estudos a respeito, e não parecem fornecer evidências consistentes que as pessoas suplementadas tenham uma melhora na função cognitiva.
Os resultados eram, em sua maioria imperceptíveis, exceto aquelas áreas/países onde o pão não está enriquecido com ácido fólico. Alguns ensaios que sim, que mostram melhor resposta a alguns dos medicamentos, mas é necessário aprofundar o tema.

Dieta mediterrânica e a doença de Alzheimer

Existem alguns estudos que sugerem que a adesão à dieta mediterrânica pode prevenir o risco do mal de Alzheimer, e, além disso, melhorar as síndromes predemencia e sua progressão para demência como tal.
Parece ser, portanto, que os conselhos dietéticos que pautan para reduzir o risco de doenças cardiovasculares e metabólicas são aplicáveis a este campo. Refiro-Me, portanto, as gorduras do peixe, óleos vegetais monoinsaturados, vegetais sem amido, frutas, alimentar-se em geral com baixo índice/carga glicêmica.

Também alguns suplementos nutricionais com base nestas premissas, parecem reduzir a progressão da doença, sem ter muitos efeitos adversos.

Por quê?
Embora as variáveis vasculares parecem explicar a relação entre a dieta mediterrânea e a prevenção de síndromes de demência, há que considerar e rejeitar outros mecanismos biológicos não vasculares (ou seja, metabólico-oxidativos e inflamatórios).

Estarei desenvolvendo a doença de Alzheimer? Tenho de visitar o meu médico?
A diminuição da memória do dia-a-dia é o sintoma inicial mais comum de demência. Pode deixar de se lembrar de informações sobre atividades recentes, podem-se perder objetos ou ter dificuldade para planejar as tarefas do dia a dia. Como eu disse na apresentação é importante não confundir com os sintomas próprios do envelhecimento, tendo em conta, além disso, que o estresse, a depressão e a fadiga podem agravar estes problemas.

Por último, e para aproximar mais desta doença, gostaria de compartilhar o documentário “Os que não esquecem”, concentrando-se sobre o papel dos prestadores de cuidados de saúde, para os quais há referecia o título.
As pessoas a cargo do mal de Alzheimer sofrem a partir de outra perspectiva, a partir de uma outra dimensão, são os que, ao fim e ao cabo, não esquecem.

 Documentário “Os que não esquecem” no Vimeo

Referências:
The Role of Nutrition and Diet in Alzheimer Disease: A Systematic Review.
Zinco diet and Alzheimer disease: a systematic review.
Diet and Alzheimer disease risk, brazil or prevention: the current evidence.
Mediterranean diet in predementia and dementia syndromes.
A nutraceutical properties of Mediterranean diet and cognitive decline: possible mechanisms underlying.
Folic acid with or without vitamin B12 for the prevention and treatment of healthy elderly and demented people.
Nutrition and dementia: are we asking the right questions?
Utility of imaging for nutritional intervention studies in Alzheimer disease.
Nutridora-Souvenaid

Esta entrada participa da IV Edição do Carnaval de Nutrição que decorre no Blog do Centro Pronaf, e tem a temática do Dia Nacional da Nutrição de 2013, proposto pela FESNAD: “Come-se bem para envelhecer bem”

Dia Nacional Da Nutrição 2013

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Doença cardiovascular: risco, prevenção e tratamento

Fatores de risco

Os fatores de risco que podem causar o início da aterosclerose são:

  • Dislipemia ou alteração dos lipídios no sangue (LDL elevado, HDL baixo, triglicéridos altos)
  • Hipertensão
  • Tabagismo
  • Diabetes
  • Obesidade
  • Hiper-homocisteinemia
  • Dietas ricas em gorduras e colesterol

doença cardiovascular

Doença cardiovascular

Níveis de colesterol HDL (o bom colesterol) alto, é um fator de risco negativo, isto é, diminui o risco de ECV.

As alterações arteriais se iniciam na infância e desenvolve-se durante a idade adulta. É uma doença silenciosa e a maioria das pessoas saberem quando ocorre o infarto ou o processo de isquemia.

Manter os níveis de lipídios no sangue: colesterol-LDL e triglicerídeos, baixo é fundamental. Uma redução do colesterol total de 10% reduz a incidência de doença coronariana em torno de 30%. É importante conhecer as frações de colesterol total, LDL e HDL, para estabelecer um bom diagnóstico.

O controle dos fatores de risco é a melhor maneira de prevenir o acidente cardiovascular, de forma que ter uma dieta cardiosaludable, fazer exercício físico, não fumar e controlar os lípidos no sangue e a hipertensão com medicação, se necessário, é o objetivo do tratamento preventivo.

Os fatores que aumentam o LDL são, o envelhecimento, a predisposição genética, níveis de estrogênio reduzidos (menopausa), entre outros. A dieta rica em gordura e a obesidade são fatores de risco que mais afetam a população atualmente.

A inatividade física é um fator de risco independente como a hipertensão ou o colesterol elevado. Realizar atividade física melhora o funcionamento do coração, reduz a aterogêneses, aumenta o colesterol bom, ou HDL, melhora a tolerância à glicose, ajuda a controlar o peso e reduz a hipertensão.

Existe uma relação positiva entre IMC (Índice de massa corporal, que é a relação entre os quilos e estatura) e o ECC, ao aumentar o IMC, ou seja, o peso, aumenta o risco de doença coronariana.

O tipo de distribuição da gordura corporal determina o risco. Uma distribuição de gordura central ou abdominal aumenta o risco cardiovascular. Recomenda-Se uma circunferência da cintura inferior a:

Perímetro abdominal máxima (cm)

Mulheres

89

Homens

102

As perdas de peso moderadas (4,5 a 9 Kg) podem melhorar o colesterol, da tolerância à glicose, reduzindo a inflamação e a pressão arterial, apesar de não se atingir um IMC ideal.

Como podemos reduzir o risco cardiovascular através da dieta?

Reduzindo as gorduras saturadas e gorduras trans:

  • As gorduras mais aterogênicas são os óleos de coco e de palma (o que na lista de ingredientes é indicado como “gorduras vegetais”), as gorduras animais e a manteiga ou gordura láctea.
  • As gorduras trans são produzidas durante o processo de hidrogenação de gorduras vegetais, e sua proporção depende da eficiência do processo de hidrogenação. As gorduras vegetais hidrogenadas são usados para aumentar a vida média dos produtos industrializados, como margarinas vegetais ou alimentos processados e aumentam o colesterol LDL.

Por isso deve consumir leite e derivados lácteos desnatados ou os queijos frescos em vez de curados. Evita a bolos e biscoitos com gorduras vegetais na sua rotulagem, busca que possuam, em seu lugar, como ingredientes, óleo de girassol ou azeite (são os óleos de uso mais comum em Portugal, mas também se pode usar o óleo de amendoim, colza, milho, entre outros).

Evita os alimentos embalados que indiquem este tipo de gordura em sua rotulagem. As coberturas de “chocolate” industriais não são mais do que gorduras vegetais saturadas com cacau, corantes e aromas. Leia no rótulo, a lista de ingredientes para ver a composição real destes produtos.

Consome carnes mais magras ou retirar a gordura visível e aumenta o consumo de peixe. Evita ou reduz o consumo de gordos, enchidos e queijos gordos.

Reduzindo o teor de gordura total da dieta:

A dieta não deve contribuir com mais de 30% da energia em forma de gordura. As dietas ricas em gorduras se relacionam com níveis mais elevados de lípidos no sangue. Utiliza diariamente entre 3 e 5 colheres de óleo por dia, racionalizar o seu uso.

O colesterol da dieta aumenta o colesterol total e o LDL, mas em menor grau que as gorduras saturadas. O nível em que o colesterol da dieta aumenta os níveis de colesterol no sangue e depende da susceptibilidade genética de cada pessoa. Assim, há pessoas cujos níveis aumentam com o aumento do colesterol dietético e outras em que não afeta.

Aumentando a proporção de gorduras mono e poli-insaturadas e w-3, em nossa dieta:

  • Consuma de preferência azeite de oliva. Use óleos para cozinhar em vez de manteigas ou margarinas.
  • Introduza na sua dieta das sementes: sementes de girassol ou abóbora, gergelim, linho. Oferecem gorduras insaturadas e gorduras w-3 e w-6.
  • Para obter gorduras w-3 na sua dieta, consuma peixe azul, 2 vezes por semana. As nozes e aveia contêm w-3 e também as sementes de soja e seus derivados (tofu, tempeh).

Aumentando a fibra solúvel e o conteúdo em antioxidantes da dieta:

  • Aumenta as porções de frutas e legumes, com um consumo diário de ambas. Escolha cereais integrais. As frutas e verduras são ricas em vitamina C, polifenóis e flavonoides, que têm propriedades antioxidantes.
  • Aumenta o consumo de fibras solúveis:Borrachas e produtos mucilaginosos: aveia, feijões (incluindo a soja), cevada, sementes de linho, goma guar.Pectinas: maçãs, morangos, cenouras, frutas cítricas (limão, laranja, tangerina, grapefruit, limão).
  • Consome frutos secos com moderação: 2-3 nozes por dia, por exemplo. A nozes te fornecem ácidos graxos insaturados w-3, fibras e vitamina E e fito nutrientes com potentes efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios. Consome os frutos secos sem sal ou frituras adicionadas, ou seja, torrados.

Fatores de risco

Os fatores de risco que podem causar o início da aterosclerose são:

  • Dislipemia ou alteração dos lipídios no sangue (LDL elevado, HDL baixo, triglicéridos altos)
  • Hipertensão
  • Tabagismo
  • Diabetes
  • Obesidade
  • Hiper-homocisteinemia
  • Dietas ricas em gorduras e colesterol

doença cardiovascular

Doença cardiovascular

Níveis de colesterol HDL (o bom colesterol) alto, é um fator de risco negativo, isto é, diminui o risco de ECV.

As alterações arteriais se iniciam na infância e desenvolve-se durante a idade adulta. É uma doença silenciosa e a maioria das pessoas saberem quando ocorre o infarto ou o processo de isquemia.

Manter os níveis de lipídios no sangue: colesterol-LDL e triglicerídeos, baixo é fundamental. Uma redução do colesterol total de 10% reduz a incidência de doença coronariana em torno de 30%. É importante conhecer as frações de colesterol total, LDL e HDL, para estabelecer um bom diagnóstico.

O controle dos fatores de risco é a melhor maneira de prevenir o acidente cardiovascular, de forma que ter uma dieta cardiosaludable, fazer exercício físico, não fumar e controlar os lípidos no sangue e a hipertensão com medicação, se necessário, é o objetivo do tratamento preventivo.

Os fatores que aumentam o LDL são, o envelhecimento, a predisposição genética, níveis de estrogênio reduzidos (menopausa), entre outros. A dieta rica em gordura e a obesidade são fatores de risco que mais afetam a população atualmente.

A inatividade física é um fator de risco independente como a hipertensão ou o colesterol elevado. Realizar atividade física melhora o funcionamento do coração, reduz a aterogêneses, aumenta o colesterol bom, ou HDL, melhora a tolerância à glicose, ajuda a controlar o peso e reduz a hipertensão.

Existe uma relação positiva entre IMC (Índice de massa corporal, que é a relação entre os quilos e estatura) e o ECC, ao aumentar o IMC, ou seja, o peso, aumenta o risco de doença coronariana.

O tipo de distribuição da gordura corporal determina o risco. Uma distribuição de gordura central ou abdominal aumenta o risco cardiovascular. Recomenda-Se uma circunferência da cintura inferior a:

Perímetro abdominal máxima (cm)

Mulheres

89

Homens

102

As perdas de peso moderadas (4,5 a 9 Kg) podem melhorar o colesterol, da tolerância à glicose, reduzindo a inflamação e a pressão arterial, apesar de não se atingir um IMC ideal.

Como podemos reduzir o risco cardiovascular através da dieta?

Reduzindo as gorduras saturadas e gorduras trans:

  • As gorduras mais aterogênicas são os óleos de coco e de palma (o que na lista de ingredientes é indicado como “gorduras vegetais”), as gorduras animais e a manteiga ou gordura láctea.
  • As gorduras trans são produzidas durante o processo de hidrogenação de gorduras vegetais, e sua proporção depende da eficiência do processo de hidrogenação. As gorduras vegetais hidrogenadas são usados para aumentar a vida média dos produtos industrializados, como margarinas vegetais ou alimentos processados e aumentam o colesterol LDL.

Por isso deve consumir leite e derivados lácteos desnatados ou os queijos frescos em vez de curados. Evita a bolos e biscoitos com gorduras vegetais na sua rotulagem, busca que possuam, em seu lugar, como ingredientes, óleo de girassol ou azeite (são os óleos de uso mais comum em Portugal, mas também se pode usar o óleo de amendoim, colza, milho, entre outros).

Evita os alimentos embalados que indiquem este tipo de gordura em sua rotulagem. As coberturas de “chocolate” industriais não são mais do que gorduras vegetais saturadas com cacau, corantes e aromas. Leia no rótulo, a lista de ingredientes para ver a composição real destes produtos.

Consome carnes mais magras ou retirar a gordura visível e aumenta o consumo de peixe. Evita ou reduz o consumo de gordos, enchidos e queijos gordos.

Reduzindo o teor de gordura total da dieta:

A dieta não deve contribuir com mais de 30% da energia em forma de gordura. As dietas ricas em gorduras se relacionam com níveis mais elevados de lípidos no sangue. Utiliza diariamente entre 3 e 5 colheres de óleo por dia, racionalizar o seu uso.

O colesterol da dieta aumenta o colesterol total e o LDL, mas em menor grau que as gorduras saturadas. O nível em que o colesterol da dieta aumenta os níveis de colesterol no sangue e depende da susceptibilidade genética de cada pessoa. Assim, há pessoas cujos níveis aumentam com o aumento do colesterol dietético e outras em que não afeta.

Aumentando a proporção de gorduras mono e poli-insaturadas e w-3, em nossa dieta:

  • Consuma de preferência azeite de oliva. Use óleos para cozinhar em vez de manteigas ou margarinas.
  • Introduza na sua dieta das sementes: sementes de girassol ou abóbora, gergelim, linho. Oferecem gorduras insaturadas e gorduras w-3 e w-6.
  • Para obter gorduras w-3 na sua dieta, consuma peixe azul, 2 vezes por semana. As nozes e aveia contêm w-3 e também as sementes de soja e seus derivados (tofu, tempeh).

Aumentando a fibra solúvel e o conteúdo em antioxidantes da dieta:

  • Aumenta as porções de frutas e legumes, com um consumo diário de ambas. Escolha cereais integrais. As frutas e verduras são ricas em vitamina C, polifenóis e flavonoides, que têm propriedades antioxidantes.
  • Aumenta o consumo de fibras solúveis:Borrachas e produtos mucilaginosos: aveia, feijões (incluindo a soja), cevada, sementes de linho, goma guar.Pectinas: maçãs, morangos, cenouras, frutas cítricas (limão, laranja, tangerina, grapefruit, limão).
  • Consome frutos secos com moderação: 2-3 nozes por dia, por exemplo. A nozes te fornecem ácidos graxos insaturados w-3, fibras e vitamina E e fito nutrientes com potentes efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios. Consome os frutos secos sem sal ou frituras adicionadas, ou seja, torrados.

Endócrino em Barcelona. Antonio Mas Lorenzo, médico, nutricionista, endócrino de Alimmenta

Endócrino para a regulação da tireoide ou doenças da tiroide

endócrino tiróide

Tiróide

A tireoide é uma glândula em forma de borboleta localizada na parte central do pescoço. Produz os hormônios da tireoide: T4 ou tiroxina) e T3 ou, a enciclopédia livre. Esses hormônios desempenham um papel vital no crescimento, na regulação do metabolismo e na manutenção de grande parte das diferentes funções corporais. As alterações da tireoide são entre cinco e oito vezes mais freqüentes em mulheres do que em homens e a possibilidade de apresentar uma disfunção aumenta com a idade.

Se você está procurando um endócrino, em Barcelona, para regular a sua tiroide, entre em contato com Alimmenta.

Estudo da hipófise ou glândula pituitária

A hipófise é uma glândula situada na base do cérebro. Segrega hormonas que são encarregados de regular o funcionamento de outras glândulas endócrinas (tireoide, supra-renais e gônadas) também o hormônio antidiurética, a hormana de crescimento e prolactina. Pode ocorrer um defeito na secreção de uma ou mais destas hormônios hipofisários, tanto por excesso como por defeito. A hipofisis pode ser lugar de adenomas (tumores benignos) que podem produzir um aumento da secrecion de uma ou várias hormonas (os mais freqüentes são os produtores de prolactina e hormônio do crescimento) ou ser não-mucosa normal.

Tratamento da diabetes

diabetes endócrino

Medidor de glicose

A diabetes é uma doença que implica um excesso de glicose circulante no sangue. Há vários tipos de diabetes, e as causas que a originam são diferentes. Os tipos mais frequentes na nossa sociedade são o diabetes tipo 2 e diabetes tipo 1. Além desses tipos de diabetes, nos encontramos com diabetes monogênicas (causada por defeitos em um gene específico), diabetes gestacional, diabetes de origem autoimune em adultos, a diabetes por cirurgia pancreática, e outras. A diabetes mais comum é o tipo 2. Estima-Se que em torno de 10% da população sofre. Esta doença pode ser assintomática, e permanecer sem diagnóstico durante anos. Uma vez diagnosticada, é importante realizar um rigoroso controle em fases iniciais, já que existe uma “memória metabólica” e com isso se reduz o risco de complicações do diabetes a longo prazo. A hiperglicemia mantida produz um dano dos vasos sanguíneos e os nervos de órgãos e tecidos, como a retina, rim, coração, cérebro, pernas…

Endromino para o tratamento da Síndrome do Ovário Policístico SOPQ

A síndrome do ovário policístico ou SOPQ é uma doença endocrinológica freqüente em mulheres em idade fértil. Os sintomas variam em cada paciente quanto à apresentação e gravidade. O mais frequente é apresentar alterações menstruais (ciclos superior a 35 dias, menos de oito períodos do ano, ausência de menstruação por pelo menos quatro meses), como consequência de um excesso de andrógenos (hormônio sexual caracteristicamente masculina, mas também presente nas mulheres) pode ocorrer um excesso de cabelo, corpo e rosto, acne, alopecia… e pode associar-se a presença de cistos nos ovários. O seu diagnóstico requer a presença de pelo menos dois deles. Apresentar uma síndrome do ovário poliquistico aumenta a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2, hipertension, dislipemia (alterações no perfil dos lípidos), diabetes gestacional, câncer de endométrio… Tanto o tratamento farmacológico como mudanças nos hábitos de vida (aumento da atividade física, diminuição da gordura corporal..) têm um efeito benéfico sobre esta condição.

Tratamento do hirsutismo

Devido a um desequilíbrio hormonal na produção de hormônios femininos (estrogênio) e masculinos (andrógenos), pode ocorrer uma aparição excessiva de cabelo grosso e escuro em áreas onde as mulheres não têm pêlos. A regulação da produção hormonal do paciente pode corrigir esta anomalia.

Outras patologias

O endócrino tem um papel principal no tratamento de outras doenças, como a síndrome metabólica, problemas com o colesterol ou no tratamento da obesidade. Se você está procurando um endócrino recomendado em Barcelona, ligue para 93 218 95 32

Custo das consultas de endocrinologia

Endócrino em Barcelona Antonio Mais

Endócrino em Barcelona, Antonio Mais

O serviço de endocrinologia em Alimmenta não está coberto diretamente por nenhuma mútua ou de seguros. Se a sua apólice de saúde tem a opção de reembolso, você pode optar por essa modalidade. O custo da primeira consulta é de 60€. As seguintes consultas e revisões têm um custo de 60€.

Endócrino para a regulação da tireoide ou doenças da tiroide

endócrino tiróide

Tiróide

A tireoide é uma glândula em forma de borboleta localizada na parte central do pescoço. Produz os hormônios da tireoide: T4 ou tiroxina) e T3 ou, a enciclopédia livre. Esses hormônios desempenham um papel vital no crescimento, na regulação do metabolismo e na manutenção de grande parte das diferentes funções corporais. As alterações da tireoide são entre cinco e oito vezes mais freqüentes em mulheres do que em homens e a possibilidade de apresentar uma disfunção aumenta com a idade.

Se você está procurando um endócrino, em Barcelona, para regular a sua tiroide, entre em contato com Alimmenta.

Estudo da hipófise ou glândula pituitária

A hipófise é uma glândula situada na base do cérebro. Segrega hormonas que são encarregados de regular o funcionamento de outras glândulas endócrinas (tireoide, supra-renais e gônadas) também o hormônio antidiurética, a hormana de crescimento e prolactina. Pode ocorrer um defeito na secreção de uma ou mais destas hormônios hipofisários, tanto por excesso como por defeito. A hipofisis pode ser lugar de adenomas (tumores benignos) que podem produzir um aumento da secrecion de uma ou várias hormonas (os mais freqüentes são os produtores de prolactina e hormônio do crescimento) ou ser não-mucosa normal.

Tratamento da diabetes

diabetes endócrino

Medidor de glicose

A diabetes é uma doença que implica um excesso de glicose circulante no sangue. Há vários tipos de diabetes, e as causas que a originam são diferentes. Os tipos mais frequentes na nossa sociedade são o diabetes tipo 2 e diabetes tipo 1. Além desses tipos de diabetes, nos encontramos com diabetes monogênicas (causada por defeitos em um gene específico), diabetes gestacional, diabetes de origem autoimune em adultos, a diabetes por cirurgia pancreática, e outras. A diabetes mais comum é o tipo 2. Estima-Se que em torno de 10% da população sofre. Esta doença pode ser assintomática, e permanecer sem diagnóstico durante anos. Uma vez diagnosticada, é importante realizar um rigoroso controle em fases iniciais, já que existe uma “memória metabólica” e com isso se reduz o risco de complicações do diabetes a longo prazo. A hiperglicemia mantida produz um dano dos vasos sanguíneos e os nervos de órgãos e tecidos, como a retina, rim, coração, cérebro, pernas…

Endromino para o tratamento da Síndrome do Ovário Policístico SOPQ

A síndrome do ovário policístico ou SOPQ é uma doença endocrinológica freqüente em mulheres em idade fértil. Os sintomas variam em cada paciente quanto à apresentação e gravidade. O mais frequente é apresentar alterações menstruais (ciclos superior a 35 dias, menos de oito períodos do ano, ausência de menstruação por pelo menos quatro meses), como consequência de um excesso de andrógenos (hormônio sexual caracteristicamente masculina, mas também presente nas mulheres) pode ocorrer um excesso de cabelo, corpo e rosto, acne, alopecia… e pode associar-se a presença de cistos nos ovários. O seu diagnóstico requer a presença de pelo menos dois deles. Apresentar uma síndrome do ovário poliquistico aumenta a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2, hipertension, dislipemia (alterações no perfil dos lípidos), diabetes gestacional, câncer de endométrio… Tanto o tratamento farmacológico como mudanças nos hábitos de vida (aumento da atividade física, diminuição da gordura corporal..) têm um efeito benéfico sobre esta condição.

Tratamento do hirsutismo

Devido a um desequilíbrio hormonal na produção de hormônios femininos (estrogênio) e masculinos (andrógenos), pode ocorrer uma aparição excessiva de cabelo grosso e escuro em áreas onde as mulheres não têm pêlos. A regulação da produção hormonal do paciente pode corrigir esta anomalia.

Outras patologias

O endócrino tem um papel principal no tratamento de outras doenças, como a síndrome metabólica, problemas com o colesterol ou no tratamento da obesidade. Se você está procurando um endócrino recomendado em Barcelona, ligue para 93 218 95 32

Custo das consultas de endocrinologia

Endócrino em Barcelona Antonio Mais

Endócrino em Barcelona, Antonio Mais

O serviço de endocrinologia em Alimmenta não está coberto diretamente por nenhuma mútua ou de seguros. Se a sua apólice de saúde tem a opção de reembolso, você pode optar por essa modalidade. O custo da primeira consulta é de 60€. As seguintes consultas e revisões têm um custo de 60€.

Deficiência de Vitamina D

Procedência e metabolismo da Vitamina D

vitamina DHá duas fontes dietéticas de vitamina D:

  • a vitamina D3 ou colecalciferol, de origem animal e
  • a vitamina D2 ou ergocalciferol, que se obtém de forma artificial em vegetais e é usado para enriquecer alimentos

Mais de 90% da vitamina D proveniente da formação da pele graças à ação da radiação solar (raios UVB) é a forma da Vitamina D3, ela passa pelo fígado e o rim, e finalmente se transforma o hormônio ativo.

Funções da Vitamina D

Classicamente tem sido associado ao metabolismo do osso onde atua nas células encarregadas de sua formação através da mineralização com cálcio-fósforo e formação da matriz de colágeno.

No entanto, foram descobertos receptores de vitamina D em a maioria de tecidos e células normais e tumorais (no músculo, coração, cérebro, vasos sanguíneos, mama, cólon, próstata, pâncreas, pele e sistema imune)

Níveis recomendados de Vitamina D

Ainda não há um acordo por parte das diferentes sociedades científicas a respeito da ingestão diária recomendada.

Esta varia em função da idade e, em geral, recomendam-se entre 400 e 1000 UI (10-25mcg/d) por dia para manter uma boa saúde músculo esquelética embora se desconheça ainda se esses números são suficientes para garantir os efeitos benéficos da Vitamina no resto de órgãos.

Situações de risco de deficiência de Vitamina D

  • Insuficiência renal ou hepática
  • Problemas de malabsorción intestinal (doença de Crohn, fibrose cística, submetidos a cirurgia bariátrica ou radioterapia abdominal)
  • Pacientes em tratamento com corticosteróides, fibratos
  • Tratamento para infecções por fungos, HIV, epilepsia
  • Grávidas, mães em amamentação
  • Idosos
  • Obesidade
  • Pessoas com pele escura, pouca exposição solar…

Deficiência de Vitamina D

O estudo dos níveis de vitamina D é feito através da medição de valores no sangue de Vitamina 25 hidroxi D, que apesar de não ser a forma ativa é o mais estável.

São considerados níveis desejáveis acima de 30 ng/ml.

Em Portugal, apesar de ter um clima propicia os níveis de vitamina D na população são semelhantes ou até inferiores aos descritos na Europa central e Escandinávia apresentando números baixas entre 30 e 87% da população.

A causa mais comum de deficiência de Vit D é a falta de exposição solar associado ao uso de ecrã solares de alta proteção recomendadas para prevenir o câncer de pele.

Sintomas

Se a deficiência de vitamina D é leve não costumam produzir sintomas.

Quando há um déficit franco se põem em marcha mecanismos que têm como resultado final uma perda de densidade óssea ou mineralização defeituosa. Podem ocorrer perturbações ósseas e musculares, aumento do risco de fratura e propensão a quedas em idades mais avançadas.

Tratamento

O tratamento da deficiência de vitamina D é feito através da prescrição de suplementos.

No mercado há várias apresentações de diferentes metabólitos, com variedade de dose, multivitamínicos e associados com cálcio.

Uma vez indicado o tratamento deve ser monitorada números de vitamina D.

Se você precisa de um atendimento personalizado, em Alimmenta você encontrará uma equipe de nutricionistas-nutricionistas, médicos endocrinosy psicólogos especializados em nutrição.

Procedência e metabolismo da Vitamina D

vitamina DHá duas fontes dietéticas de vitamina D:

  • a vitamina D3 ou colecalciferol, de origem animal e
  • a vitamina D2 ou ergocalciferol, que se obtém de forma artificial em vegetais e é usado para enriquecer alimentos

Mais de 90% da vitamina D proveniente da formação da pele graças à ação da radiação solar (raios UVB) é a forma da Vitamina D3, ela passa pelo fígado e o rim, e finalmente se transforma o hormônio ativo.

Funções da Vitamina D

Classicamente tem sido associado ao metabolismo do osso onde atua nas células encarregadas de sua formação através da mineralização com cálcio-fósforo e formação da matriz de colágeno.

No entanto, foram descobertos receptores de vitamina D em a maioria de tecidos e células normais e tumorais (no músculo, coração, cérebro, vasos sanguíneos, mama, cólon, próstata, pâncreas, pele e sistema imune)

Níveis recomendados de Vitamina D

Ainda não há um acordo por parte das diferentes sociedades científicas a respeito da ingestão diária recomendada.

Esta varia em função da idade e, em geral, recomendam-se entre 400 e 1000 UI (10-25mcg/d) por dia para manter uma boa saúde músculo esquelética embora se desconheça ainda se esses números são suficientes para garantir os efeitos benéficos da Vitamina no resto de órgãos.

Situações de risco de deficiência de Vitamina D

  • Insuficiência renal ou hepática
  • Problemas de malabsorción intestinal (doença de Crohn, fibrose cística, submetidos a cirurgia bariátrica ou radioterapia abdominal)
  • Pacientes em tratamento com corticosteróides, fibratos
  • Tratamento para infecções por fungos, HIV, epilepsia
  • Grávidas, mães em amamentação
  • Idosos
  • Obesidade
  • Pessoas com pele escura, pouca exposição solar…

Deficiência de Vitamina D

O estudo dos níveis de vitamina D é feito através da medição de valores no sangue de Vitamina 25 hidroxi D, que apesar de não ser a forma ativa é o mais estável.

São considerados níveis desejáveis acima de 30 ng/ml.

Em Portugal, apesar de ter um clima propicia os níveis de vitamina D na população são semelhantes ou até inferiores aos descritos na Europa central e Escandinávia apresentando números baixas entre 30 e 87% da população.

A causa mais comum de deficiência de Vit D é a falta de exposição solar associado ao uso de ecrã solares de alta proteção recomendadas para prevenir o câncer de pele.

Sintomas

Se a deficiência de vitamina D é leve não costumam produzir sintomas.

Quando há um déficit franco se põem em marcha mecanismos que têm como resultado final uma perda de densidade óssea ou mineralização defeituosa. Podem ocorrer perturbações ósseas e musculares, aumento do risco de fratura e propensão a quedas em idades mais avançadas.

Tratamento

O tratamento da deficiência de vitamina D é feito através da prescrição de suplementos.

No mercado há várias apresentações de diferentes metabólitos, com variedade de dose, multivitamínicos e associados com cálcio.

Uma vez indicado o tratamento deve ser monitorada números de vitamina D.

Se você precisa de um atendimento personalizado, em Alimmenta você encontrará uma equipe de nutricionistas-nutricionistas, médicos endocrinosy psicólogos especializados em nutrição.

Disfagia: tratamento dietético

Tipos de disfagia e causas

A disfagia não é uma doença em si, mas sim um sintoma de outras doenças. Sua prevalência na população geral é entre 6-9%, mas em idosos, especialmente nos institucionalizados, aumenta até se fixar em torno de 60%. Em termos gerais podemos classificar a disfagia da seguinte forma:

  • De acordo com a origem:a Disfagia motora: por alteração ou os músculos ou as zonas do cérebro que controlam e coordenam a deglutição. Pode ser causada por Alzheimer, Parkinson, esclerose lateral amiotrófica (ELA), acidente vascular cerebral (AVC), etc., Disfagia mecânica ou obstrutiva: dá-se quando existe dificuldade para a passagem dos alimentos por causas como, por exemplo, tumores no rosto ou pescoço ou estreitamento da luz do esôfago, entre outros.
  • De acordo com a área que afeta Disfagia orofaríngea: é a dificuldade para transferir o alimento desde a bucofaringe até o esôfago. As pessoas que sofrem costumam ter salivação humana excessiva, lentidão para iniciar a deglutição, tosse, volta do alimento ao nariz, alterações na fala e é mais habitual que têm dificuldade para ingerir líquidos.A Disfagia esofágica: dá-se quando a dificuldade para engolir é o esôfago e costuma apresentar sensação de obstrução na área superior, à entrada do estômago ou dor torácica e costuma ser mais comum do que se apresentem dificuldade para ingerir sólidos.

De acordo com o tipo de disfagia que padezcamos e a causa da mesma, podemos ter dificuldade para engolir sólidos, para engolir líquidos ou para engolir ambos. Na maioria dos casos o tratamento deve ser personalizado e tratar-se de um âmbito multidisciplinar, incluindo diferentes profissionais de saúde, como nutricionistas, fonoaudiólogos e médicos.

Sintomas e sinais

Há certos sintomas ou sinais clínicos que podem fazer-nos pensar que uma pessoa pode ter a disfagia e a que devemos estar atentos, sobretudo com os mais velhos da família:

  • Presença de tosse ou obstrução na garganta frequente depois de comer ou beber.
  • Mudanças na qualidade da voz (voz aguda, rouquidão, etc.)
  • Dificuldades respiratórias ou na fala postingesta.
  • Dificuldades para controlar as secreções salivares ou o bolo alimentar da cavidade oral e babando frequente.
  • Atragantamientos frequentes.
  • Enlentecimiento do tempo dedicado à comida.
  • Frequentes infecções respiratórias ou febre sem causa aparente.
  • Desinteresse por comer ou rejeição a alimentos, que antes se faziam de forma habitual, por medo de asfixia.

Consequências

Pode ser que se pense que a disfagia pode ser chateado só na hora de ingerir o alimento, mas vai mais além da simples incômodo e que pode ter consequências graves, como:

  • Atragantamientos graves.
  • Infecções respiratórias recorrentes e / ou graves, pela passagem do alimento para as vias respiratórias.
  • Desnutrição ou desidratação causada pelo medo de beber ou comer aqueles alimentos que nos causam problemas e que podem limitar a dieta gerando perda de peso e fraqueza muscular.

Medidas gerais

Para melhorar os sintomas da disfagia e evitar as complicações associadas, podemos tomar uma série de medidas durante as refeições e após elas.

Durante a refeição

  • Há que procurar um ambiente sem distrações enquanto se come. É melhor que se centre na comida e menos a televisão ou a rádio. Também deve evitar falar enquanto se come.
  • A pessoa que sofre de disfagia deve comer com as costas retas e o mais esticado possível.
  • Sempre que engula o alimento e tentar colocar a cabeça inclinada para baixo, para evitar que o alimento passe para as vias aéreas. Pode ser que a piada (vídeo educativo indicar alguma outra posição mais específica a que terei de fazer cada vez que você coma ou beba.
  • Se você precisa de ajuda para comer, a pessoa que está ajudando a ser colocado à altura de seus olhos ou por baixo, para evitar que levante a cabeça ao engolir.
  • O tempo dedicado à comida tende a enlentecerse e, portanto, deve-se dar o tempo adequado para a pessoa que está comendo, mas não é adequado prolongar a comida por mais de 30 minutos e parar de se a pessoa está cansada.
  • É aconselhável que a pessoa que sofre de disfagia coma acompanhada por se ocorrer algum atragantamiento. Se isso acontecer, não se devem ingerir líquidos. O ideal é inclinar-se para frente e tosse. Uma vez que você tenha parado a tosse, se deve engolir várias vezes para retirar os restos de alimentos e beber água ou líquidos adaptados a textura correta.
  • Você deve dar de comer pequenos volumes, assim, que, se for necessário, você pode usar uma colher de sobremesa e vigiar que foi engolido todo o alimento antes de introduzir a outra colher.
  • Recomenda-Se não usar canudos ou seringas já que a colher apoiada sobre a base da língua estimula a deglutição.

Após as refeições

  • Não deitar-se até ter passado 30 ou 60 minutos após a refeição para evitar que a comida suba para cima e possa aspirar-se e passar para as vias aéreas.
  • Não deixar restos de comida e manter uma boa higiene bucal.

Medidas nutricionais

As medidas nutricionais têm que ser destinadas a obter o correto aporte hídrico, energético e de nutrientes. Para eles, temos de procurar o volume, a textura e a temperatura adequada dos alimentos e ter em conta que a pessoa também devem desfrutar da comida, pelo que há que cuidar também a aparência e textura dos mesmos.

  • Fazer várias refeições e de pequenos volumes.
  • Fazer refeições nutritivas e uma vez que, geralmente, não aceitam grandes pratos.
  • Evitar alimentos que podem ser de difícil manuseio na hora de engolir:Alimentos pegajosos, como o chocolate, o mel, os doces ou banana.Alimentos fibrosos, como aspargo, abacaxi ou a alcachofra.Alimentos com sementes, espinhos ou ossos.Alimentos de casal texturas, ou seja, que ao ser masticados libertam um líquido, como a laranja, as ameixas, a sopa de macarrão, pães molhados no leite, alimentos sólidos com molhos líquidos, etc. Alimentos muito secos que ao ser masticados possam sair pela boca e ser difíceis de lidar, como o pão ou os frutos secos.
  • O médico ou a piada (vídeo educativo indicar-nos-á a consistência adequada dos alimentos, que pode variar com o tempo, e seguindo essas dicas, temos que:Adaptar a consistência dos sólidos, que, dependendo do tipo de disfagia pode ir desde triturados homogêneas a dieta mole, ou seja, alimentos inteiros de fácil mastigação.Adaptar a consistência dos líquidos ou purés, tal como nos tenha indicado. A consistência depende da viscosidade dos alimentos e costuma variar entre líquido, mel, néctar ou pudim. Esta se pode obter com espessantes comerciais que nos ajudarão a dar a textura adequada.

Tipos de disfagia e causas

A disfagia não é uma doença em si, mas sim um sintoma de outras doenças. Sua prevalência na população geral é entre 6-9%, mas em idosos, especialmente nos institucionalizados, aumenta até se fixar em torno de 60%. Em termos gerais podemos classificar a disfagia da seguinte forma:

  • De acordo com a origem:a Disfagia motora: por alteração ou os músculos ou as zonas do cérebro que controlam e coordenam a deglutição. Pode ser causada por Alzheimer, Parkinson, esclerose lateral amiotrófica (ELA), acidente vascular cerebral (AVC), etc., Disfagia mecânica ou obstrutiva: dá-se quando existe dificuldade para a passagem dos alimentos por causas como, por exemplo, tumores no rosto ou pescoço ou estreitamento da luz do esôfago, entre outros.
  • De acordo com a área que afeta Disfagia orofaríngea: é a dificuldade para transferir o alimento desde a bucofaringe até o esôfago. As pessoas que sofrem costumam ter salivação humana excessiva, lentidão para iniciar a deglutição, tosse, volta do alimento ao nariz, alterações na fala e é mais habitual que têm dificuldade para ingerir líquidos.A Disfagia esofágica: dá-se quando a dificuldade para engolir é o esôfago e costuma apresentar sensação de obstrução na área superior, à entrada do estômago ou dor torácica e costuma ser mais comum do que se apresentem dificuldade para ingerir sólidos.

De acordo com o tipo de disfagia que padezcamos e a causa da mesma, podemos ter dificuldade para engolir sólidos, para engolir líquidos ou para engolir ambos. Na maioria dos casos o tratamento deve ser personalizado e tratar-se de um âmbito multidisciplinar, incluindo diferentes profissionais de saúde, como nutricionistas, fonoaudiólogos e médicos.

Sintomas e sinais

Há certos sintomas ou sinais clínicos que podem fazer-nos pensar que uma pessoa pode ter a disfagia e a que devemos estar atentos, sobretudo com os mais velhos da família:

  • Presença de tosse ou obstrução na garganta frequente depois de comer ou beber.
  • Mudanças na qualidade da voz (voz aguda, rouquidão, etc.)
  • Dificuldades respiratórias ou na fala postingesta.
  • Dificuldades para controlar as secreções salivares ou o bolo alimentar da cavidade oral e babando frequente.
  • Atragantamientos frequentes.
  • Enlentecimiento do tempo dedicado à comida.
  • Frequentes infecções respiratórias ou febre sem causa aparente.
  • Desinteresse por comer ou rejeição a alimentos, que antes se faziam de forma habitual, por medo de asfixia.

Consequências

Pode ser que se pense que a disfagia pode ser chateado só na hora de ingerir o alimento, mas vai mais além da simples incômodo e que pode ter consequências graves, como:

  • Atragantamientos graves.
  • Infecções respiratórias recorrentes e / ou graves, pela passagem do alimento para as vias respiratórias.
  • Desnutrição ou desidratação causada pelo medo de beber ou comer aqueles alimentos que nos causam problemas e que podem limitar a dieta gerando perda de peso e fraqueza muscular.

Medidas gerais

Para melhorar os sintomas da disfagia e evitar as complicações associadas, podemos tomar uma série de medidas durante as refeições e após elas.

Durante a refeição

  • Há que procurar um ambiente sem distrações enquanto se come. É melhor que se centre na comida e menos a televisão ou a rádio. Também deve evitar falar enquanto se come.
  • A pessoa que sofre de disfagia deve comer com as costas retas e o mais esticado possível.
  • Sempre que engula o alimento e tentar colocar a cabeça inclinada para baixo, para evitar que o alimento passe para as vias aéreas. Pode ser que a piada (vídeo educativo indicar alguma outra posição mais específica a que terei de fazer cada vez que você coma ou beba.
  • Se você precisa de ajuda para comer, a pessoa que está ajudando a ser colocado à altura de seus olhos ou por baixo, para evitar que levante a cabeça ao engolir.
  • O tempo dedicado à comida tende a enlentecerse e, portanto, deve-se dar o tempo adequado para a pessoa que está comendo, mas não é adequado prolongar a comida por mais de 30 minutos e parar de se a pessoa está cansada.
  • É aconselhável que a pessoa que sofre de disfagia coma acompanhada por se ocorrer algum atragantamiento. Se isso acontecer, não se devem ingerir líquidos. O ideal é inclinar-se para frente e tosse. Uma vez que você tenha parado a tosse, se deve engolir várias vezes para retirar os restos de alimentos e beber água ou líquidos adaptados a textura correta.
  • Você deve dar de comer pequenos volumes, assim, que, se for necessário, você pode usar uma colher de sobremesa e vigiar que foi engolido todo o alimento antes de introduzir a outra colher.
  • Recomenda-Se não usar canudos ou seringas já que a colher apoiada sobre a base da língua estimula a deglutição.

Após as refeições

  • Não deitar-se até ter passado 30 ou 60 minutos após a refeição para evitar que a comida suba para cima e possa aspirar-se e passar para as vias aéreas.
  • Não deixar restos de comida e manter uma boa higiene bucal.

Medidas nutricionais

As medidas nutricionais têm que ser destinadas a obter o correto aporte hídrico, energético e de nutrientes. Para eles, temos de procurar o volume, a textura e a temperatura adequada dos alimentos e ter em conta que a pessoa também devem desfrutar da comida, pelo que há que cuidar também a aparência e textura dos mesmos.

  • Fazer várias refeições e de pequenos volumes.
  • Fazer refeições nutritivas e uma vez que, geralmente, não aceitam grandes pratos.
  • Evitar alimentos que podem ser de difícil manuseio na hora de engolir:Alimentos pegajosos, como o chocolate, o mel, os doces ou banana.Alimentos fibrosos, como aspargo, abacaxi ou a alcachofra.Alimentos com sementes, espinhos ou ossos.Alimentos de casal texturas, ou seja, que ao ser masticados libertam um líquido, como a laranja, as ameixas, a sopa de macarrão, pães molhados no leite, alimentos sólidos com molhos líquidos, etc. Alimentos muito secos que ao ser masticados possam sair pela boca e ser difíceis de lidar, como o pão ou os frutos secos.
  • O médico ou a piada (vídeo educativo indicar-nos-á a consistência adequada dos alimentos, que pode variar com o tempo, e seguindo essas dicas, temos que:Adaptar a consistência dos sólidos, que, dependendo do tipo de disfagia pode ir desde triturados homogêneas a dieta mole, ou seja, alimentos inteiros de fácil mastigação.Adaptar a consistência dos líquidos ou purés, tal como nos tenha indicado. A consistência depende da viscosidade dos alimentos e costuma variar entre líquido, mel, néctar ou pudim. Esta se pode obter com espessantes comerciais que nos ajudarão a dar a textura adequada.

Diferenças alimentares entre mulheres e homens atletas

Neste mês de Junho, Vanessa Rus e Sara Martinez, nutricionistas esportivos, publicou um artigo no último número da revista Sport Life sobre as diferenças que há na alimentação de mulheres e homens atletas. Embora a base da alimentação em ambos os casos é semelhante, as pequenas diferenças existentes aumentam ao praticar esporte e exigir uma maior energia e outros nutrientes específicos.

Nutrição e desempenho esportivo

A nutrição é um fator determinante do sucesso no desempenho desportivo. Assim, existem dois pontos-chave para a alimentação de todo atleta: cobrir suas necessidades energéticas e planejamento para as diversas refeições ao longo do dia, tendo em conta, também, os horários de treino.

As necessidades energéticas não dependem apenas do sexo do atleta, desde que há mais fatores que entram em jogo: o peso, o tamanho, a idade, o índice metabólico ou taxa metabólica basal, bem como o tipo, a freqüência, a intensidade e duração do treino ou prática esportiva.

É importante ter em conta que os atletas de elite que realizem treinamentos de longa duração, como, por exemplo, fazer vários exercícios em um mesmo dia, o gasto calórico pode chegar a atingir entre 150 a 200 kcal/kg (chegando a ultrapassar os 45 kcal/kg de peso corporal ao dia recomendadas), ou seja, cerca de 7.500 a 10.000 kcal em algumas competições. Como é de se esperar, o ritmo acelerado do dia-a-dia, compromete-se o consumo de alimentos em intervalos regulares. Isto leva a que muitas vezes a ingestão que realizam os atletas é inferior ao que deveriam, e muitas vezes não se traduz em uma diminuição do peso corporal. Isto se deve a que o corpo, ao receber uma ingestão menor do que a necessária, reduz seu gasto calórico em repouso, com o fim de manter o seu peso. No entanto, não significa que esteja recebendo as calorias necessárias.

Além disso, de acordo com vários estudos realizados com atletas tem-se observado que depois de um esforço físico ou treinamento, muitas vezes, a fome diminui. Por isso, é importante ter em conta que, na ocasião, para uma nutrição ideal, você deve comer sem ter aquela sensação de fome. Especificamente, um estudo realizado com atletas femininas (Souza e Cols, 2004), mostrou uma longa trajetória de ingestão deficitária em hidratos de carbono e energia. Esta situação põe em perigo o sistema imunológico e a capacidade reprodutiva, entre outras implicações, tal como se explica mais adiante a tríade do atleta.

Principais Nutrientes como fonte de energia

O tipo e intensidade de exercício físico realizado determinará os requisitos dos diferentes macronutrientes (carboidratos, gorduras e proteínas), em função das vias metabólicas utilizadas durante o exercício.

Não obstante, com base no percentual de energia aportado por cada um dos diferentes macronutrientes, são os hidratos de carbono os principais, seguidos de gordura e, por último, as proteínas.

  • Hidratos de carbono devem ser a principal fonte de energia para o atleta, representando em torno de 50-60% do aporte energético total. As principais fontes são: cereais (arroz, quinoa, aveia…) e seus derivados, a batata, o pão e as frutas. Em função do desporto praticado os requerimentos serão maiores ou menores. Por exemplo: em planos de exercício moderado em que a duração seja de 1 h por dia, aproximadamente, a dieta deve fornecer entre 5 e 7 g/kg peso corporal/dia, enquanto que em esportes de resistência aeróbica, em que os treinos representem entre 1h e 3h a uma intensidade moderada-alta, a contribuição deve aumentar até 7-12g/kg peso corporal/dia. Enquanto que no caso de praticar exercícios extremos de moderada – alta intensidade e longa duração (>4-5h), como por exemplo, a Titan Desert a contribuição varia ao 10-12 g/kg peso/dia.
  • Gorduras: deverão levar em torno de 25-30% do aporte calórico total. É recomendável priorizar as gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, pelo seu poder anti-inflamatório e de prevenção cardiovascular. Estas são encontrados principalmente em peixes gordos, óleo de oliva, abacate, sementes de abóbora, girassol ou de linho, e os frutos secos como as nozes. Tanto em homens como em mulheres, deve-se garantir um aporte mínimo de gordura para um bom funcionamento metabólico e hormonal.
  • Proteínas: é imprescindível que sejam de alto valor biológico para garantir uma boa recuperação muscular. As proteínas devem fornecer em torno de 10 a 25% do aporte energético total diário. As fontes principais são: os ovos, a carne, o peixe, o leite e seus derivados. Também são fontes ricas em proteínas, alimentos de origem vegetal como as leguminosas, frutos secos e derivados da soja como o tempeh, tofu ou soja texturizada.

Os fatores que influenciam as necessidades proteicas dos atletas são a idade, o sexo, a massa magra, o nível de condicionamento físico, a rotina e a fase de treinamento. Assim, as necessidades proteicas dos homens tendem a ser superiores às das mulheres devido a apresentar maior percentual de massa muscular. Em referência ao tipo de exercício, para os atletas de resistência, recomenda-se entre 1,2 a 1,4 g/Kg peso corporal/dia, enquanto que para os treinos de potência aumentam as necessidades de 1,2-1,7 g/kg peso corporal/dia. Podendo aumentar até 2g/kg peso corporal/dia.

O que acontece com a regra?

Outra das situações fisiológicas que têm as mulheres, diferentemente dos homens, é o ciclo menstrual. A menstruação não é uma contra-indicação para a hora de praticar esporte, mas sim deveis ter em conta que ao longo do ciclo menstrual das mulheres sofrem mudanças hormonais, que afetam o desempenho esportivo. Portanto, depende da fase hormonal que estejais, a forma de treinar e alimentar-te, bem como os resultados serão diferentes.

A Fase Folicular compreende desde o dia 1 ao 14 após a menstruação. Nesta fase ocorre: uma maior sensibilidade à insulina (com o qual se procedem melhor os hidratos de carbono) e uma maior utilização de glicogênio para obter energia. Além disso, o metabolismo cai. Ao utilizar mais glicogênio (para a obtenção da energia de que precisamos na prática de esporte), e, menos gordura, será imprescindível a ingestão de carboidratos suficientes.

A Fase denominada terapia de reposição hormonal (ovulação), vai desde o dia 14 ao 28 após a menstruação. Nesta fase, em contrapartida, ocorre um leve aumento no metabolismo, se perde a sensibilidade à insulina e aumenta o uso de gordura para fornecer energia ao corpo.

Nos dias de menstruação, aumenta a nossa Frequência Cardíaca, Temperatura corporal e a pressão arterial. A perda de sangue e conseqüente perda de hemoglobina, que provoca uma diminuição da capacidade do corpo na hora de transportar oxigênio para os músculos. Portanto, diminuem as possibilidades de trabalho do organismo, bem que nesses dias é recomendável não realizar exercícios que nos levem a elevados consumos de oxigênio. Além disso, você pode sentir maior fadiga e irritabilidade. Por tudo isso, esta será a semana de realizar uma atividade mais suave, dependendo sempre do caso particular de cada uma e suas limitações. É conveniente não deixar o exercício, já que este produz a libertação de determinadas endorfinas que nos ajudarão a reduzir as dores causadas pela menstruação, bem como a manter um bom humor e gasto calórico.

Nos dias anteriores à menstruação, no final da fase lútea, aumentam os desejos. Isso ocorre porque caem os níveis de estrogênio e progesterona. Se você passa, não pense que você é um caso isolado, acontece à maioria. Para estes momentos, tentar não sucumbir à tentação. Você pode comer frutas (as que são mais doces são uma boa opção) ou biscoitos com algum alimento proteico (peru, presunto cozido, nozes, queijo fresco…), isso lhe dará a sensação de saciedade. Não se pular nenhuma refeição, tenta comer a cada 3 horas, assim não dá tempo para que apareça a fome. Em momentos em que precisar acalmar a ansiedade com um alimento mais doce, pode optar pelo chocolate com um percentual elevado de cacau, já que-te-á uma maior quantidade de antioxidantes em comparação ao resto de variedades.

Necessidades nutricionais especiais em mulheres atletas

As mulheres têm necessidades diferentes dos homens também o que há a de acordo com o que a vitamina e mineral. Hoje, falaremos de três deles: o Ferro, o Cálcio e o Ácido Fólico.

O ferro

O ferro é um dos elementos mais abundantes no corpo e é essencial para a realização de diversas funções biológicas.

O ferro desempenha um papel fundamental no transporte de oxigênio, já que é necessário para a formação da hemoglobina, a proteína de transporte de oxigênio, que é crítica para a capacidade aeróbica. Também é necessário para a função ótima de muitas enzimas oxidativas que afetam o metabolismo intracelular.

Existem evidências que sugerem que o exercício afeta os níveis de ferro e vice-versa, um baixo nível de ferro pode afetar negativamente o desempenho físico.

As mulheres de 19 a 50 anos de idade têm uma quantidade diária recomendada de ferro de 18 mg/dia. Na mulher atleta estas recomendações podem aumentar a 30 mg/dia, devido às perdas do mineral através da transpiração, as micro lesões que geram o exercício físico e a eliminação de sangue a nível intestinal (especialmente em mulheres que praticam esportes de fundo).

Quais são as fontes alimentares de ferro? De origem animal: carne vermelha (vaca, cavalo ou boi), gema de ovo, frutos do mar, aves e produtos de miudezas (rim, fígado…). De origem vegetal: cereais integrais, os legumes, as verduras de folha verde-escura (grelos, couve, folhas de beterraba, espinafre…), os frutos secos, fruta seca, as sementes (especialmente as de abóbora) e os produtos fortificados como alguns cereais de pequeno-almoço ou algumas bebidas vegetais. O ferro animal, é absorvido muito mais que o ferro vegetal.

As dietas vegetarianas mal planejadas, o esporte de fundo, e a menstruação, são fatores de risco das mulheres para desenvolver uma deficiência de ferro (anemia ferropirínica), por isso, se você está em um ou mais destes grupos, toma consciência do ferro que consome.

O cálcio

O cálcio é o mineral mais abundante do organismo. Aproximadamente 1% do cálcio corporal será utilizado na contração muscular, enquanto que 99% se encontra em nossos ossos e dentes. Ou seja, o cálcio é um dos principais minerais responsáveis por manter a densidade do osso. Na idade adulta começa a perder-se a força dos ossos, processo que se acelera a mulher ao reduzir os níveis de estrogênio (hormônio que participa no metabolismo ósseo). As atletas com grandes cargas de treinamento e irregularidades menstruais (se traduzem em baixos níveis de estrogênio) devem prestar uma atenção especial ao aporte de cálcio., já que o desgaste dos ossos pode causar o chamado “fraturas de estresse”.

Os requerimentos de cálcio em adultos são de 800-1000 mg/dia, podendo aumentar em até 1.500 mg/dia em mulheres atletas, já que a atividade física aumenta a massa óssea e o conteúdo mineral.

Por tudo isso, a sua alimentação deve conter alimentos ricos em Cálcio, tais como: laticínios (leite, queijo, iogurte), bebidas vegetais ricas em Cálcio, marisco, peixe, nozes, sementes, legumes, cereais integrais enriquecidos, alguns legumes (brócolis, repolho, couve, folhas de repolho, alho-porro).

Nota! Não se esqueça de vitamina D, já que esta vitamina lipossolúvel ajuda a fixar o cálcio nos ossos. Suas fontes alimentares são: o peixe, os ovos, laticínios integrais, bebidas vegetais enriquecidos com manteiga. Mas, acima de tudo, garante uma correta exposição ao sol sem proteção solar, de 20 minutos, no mínimo, 3 vezes por semana.

O Ácido Fólico

O Ácido Fólico (vitamina B9) é um nutriente essencial para o organismo, especialmente por ser usado no corpo para: colaborar na regeneração muscular (criação de células vermelhas do sangue) em produzir e manter a estrutura do DNA, e também para prevenir o aparecimento de doenças como a anemia.

Em atletas, o ácido fólico tem um papel muito importante para reparar e fazer crescer as células musculares, resultando em um componente importante para alcançar um ótimo desempenho esportivo. Além disso, pode atuar como um potente agente antioxidante e combate os danos causados pelos radicais livres que são gerados no corpo de um atleta.

A quantidade diária recomendada de ácido fólico é de 200 mcg, sendo para os atletas, uma dose que pode oscilar entre os 800 e 1200 mg ao dia. O ácido fólico não pode ser sintetizado no corpo, para que a sua obtenção deve ser realizada através de fontes dietéticas. Quais são essas fontes? Os legumes de folha verde, legumes, nozes, sementes de girassol, abacate, cereais fortificados, gema de ovo, peixe branco e azul, peixe, marisco e produtos de miudezas.

IMPORTANTE! Embora os requerimentos de alguns minerais e vitaminas estão aumentados em mulheres atletas, ao ter recebido também as necessidades energéticas, isso facilita cobrir os requerimentos. Ou seja, ao comer mais, já conterá, também, mais macro e micronutrientes, desde que seja uma ingestão bem planejada.

Como evitar a tríade da atleta?

Algumas meninas que fazem esporte ou exercício físico de forma intensa, estão expostos a sofrer de um distúrbio conhecido como “tríade da atleta” (também conhecido como “tríade da atleta”). Esta situação afeta as mulheres e é uma combinação dos três seguintes doenças: doenças do comportamento alimentar, amenorreia e osteoporose. Um atleta pode ter um, dois ou os três componentes da tríade. Sem tratamento, e de acordo com que idade acontece, as consequências podem ser muito graves e irreversíveis, como a perda de força dos ossos, danos em órgãos devido à falta de nutrientes, perda excessiva de peso, ausência ou irregularidade na menstruação, fadiga, fraturas por estresse…

Para evitar este problema, é muito importante ingerir a quantidade suficiente de calorias para fazer frente às demandas de energia que envolve a prática esportiva que executam. Seguir uma dieta equilibrada, ter hábitos alimentares saudáveis e fazer exercício de forma moderada, são essenciais. Lembre-se que uma alimentação adequada permite otimizar o rendimento físico e contribui para melhorar os resultados desportivos. Nunca fazer uma dieta muito restritiva pode se beneficiar, uma baixa disponibilidade energética influencia negativamente na saúde óssea de atletas, quer diretamente, quer por um desequilíbrio hormonal em situação de amenorreia.

Neste mês de Junho, Vanessa Rus e Sara Martinez, nutricionistas esportivos, publicou um artigo no último número da revista Sport Life sobre as diferenças que há na alimentação de mulheres e homens atletas. Embora a base da alimentação em ambos os casos é semelhante, as pequenas diferenças existentes aumentam ao praticar esporte e exigir uma maior energia e outros nutrientes específicos.

Nutrição e desempenho esportivo

A nutrição é um fator determinante do sucesso no desempenho desportivo. Assim, existem dois pontos-chave para a alimentação de todo atleta: cobrir suas necessidades energéticas e planejamento para as diversas refeições ao longo do dia, tendo em conta, também, os horários de treino.

As necessidades energéticas não dependem apenas do sexo do atleta, desde que há mais fatores que entram em jogo: o peso, o tamanho, a idade, o índice metabólico ou taxa metabólica basal, bem como o tipo, a freqüência, a intensidade e duração do treino ou prática esportiva.

É importante ter em conta que os atletas de elite que realizem treinamentos de longa duração, como, por exemplo, fazer vários exercícios em um mesmo dia, o gasto calórico pode chegar a atingir entre 150 a 200 kcal/kg (chegando a ultrapassar os 45 kcal/kg de peso corporal ao dia recomendadas), ou seja, cerca de 7.500 a 10.000 kcal em algumas competições. Como é de se esperar, o ritmo acelerado do dia-a-dia, compromete-se o consumo de alimentos em intervalos regulares. Isto leva a que muitas vezes a ingestão que realizam os atletas é inferior ao que deveriam, e muitas vezes não se traduz em uma diminuição do peso corporal. Isto se deve a que o corpo, ao receber uma ingestão menor do que a necessária, reduz seu gasto calórico em repouso, com o fim de manter o seu peso. No entanto, não significa que esteja recebendo as calorias necessárias.

Além disso, de acordo com vários estudos realizados com atletas tem-se observado que depois de um esforço físico ou treinamento, muitas vezes, a fome diminui. Por isso, é importante ter em conta que, na ocasião, para uma nutrição ideal, você deve comer sem ter aquela sensação de fome. Especificamente, um estudo realizado com atletas femininas (Souza e Cols, 2004), mostrou uma longa trajetória de ingestão deficitária em hidratos de carbono e energia. Esta situação põe em perigo o sistema imunológico e a capacidade reprodutiva, entre outras implicações, tal como se explica mais adiante a tríade do atleta.

Principais Nutrientes como fonte de energia

O tipo e intensidade de exercício físico realizado determinará os requisitos dos diferentes macronutrientes (carboidratos, gorduras e proteínas), em função das vias metabólicas utilizadas durante o exercício.

Não obstante, com base no percentual de energia aportado por cada um dos diferentes macronutrientes, são os hidratos de carbono os principais, seguidos de gordura e, por último, as proteínas.

  • Hidratos de carbono devem ser a principal fonte de energia para o atleta, representando em torno de 50-60% do aporte energético total. As principais fontes são: cereais (arroz, quinoa, aveia…) e seus derivados, a batata, o pão e as frutas. Em função do desporto praticado os requerimentos serão maiores ou menores. Por exemplo: em planos de exercício moderado em que a duração seja de 1 h por dia, aproximadamente, a dieta deve fornecer entre 5 e 7 g/kg peso corporal/dia, enquanto que em esportes de resistência aeróbica, em que os treinos representem entre 1h e 3h a uma intensidade moderada-alta, a contribuição deve aumentar até 7-12g/kg peso corporal/dia. Enquanto que no caso de praticar exercícios extremos de moderada – alta intensidade e longa duração (>4-5h), como por exemplo, a Titan Desert a contribuição varia ao 10-12 g/kg peso/dia.
  • Gorduras: deverão levar em torno de 25-30% do aporte calórico total. É recomendável priorizar as gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, pelo seu poder anti-inflamatório e de prevenção cardiovascular. Estas são encontrados principalmente em peixes gordos, óleo de oliva, abacate, sementes de abóbora, girassol ou de linho, e os frutos secos como as nozes. Tanto em homens como em mulheres, deve-se garantir um aporte mínimo de gordura para um bom funcionamento metabólico e hormonal.
  • Proteínas: é imprescindível que sejam de alto valor biológico para garantir uma boa recuperação muscular. As proteínas devem fornecer em torno de 10 a 25% do aporte energético total diário. As fontes principais são: os ovos, a carne, o peixe, o leite e seus derivados. Também são fontes ricas em proteínas, alimentos de origem vegetal como as leguminosas, frutos secos e derivados da soja como o tempeh, tofu ou soja texturizada.

Os fatores que influenciam as necessidades proteicas dos atletas são a idade, o sexo, a massa magra, o nível de condicionamento físico, a rotina e a fase de treinamento. Assim, as necessidades proteicas dos homens tendem a ser superiores às das mulheres devido a apresentar maior percentual de massa muscular. Em referência ao tipo de exercício, para os atletas de resistência, recomenda-se entre 1,2 a 1,4 g/Kg peso corporal/dia, enquanto que para os treinos de potência aumentam as necessidades de 1,2-1,7 g/kg peso corporal/dia. Podendo aumentar até 2g/kg peso corporal/dia.

O que acontece com a regra?

Outra das situações fisiológicas que têm as mulheres, diferentemente dos homens, é o ciclo menstrual. A menstruação não é uma contra-indicação para a hora de praticar esporte, mas sim deveis ter em conta que ao longo do ciclo menstrual das mulheres sofrem mudanças hormonais, que afetam o desempenho esportivo. Portanto, depende da fase hormonal que estejais, a forma de treinar e alimentar-te, bem como os resultados serão diferentes.

A Fase Folicular compreende desde o dia 1 ao 14 após a menstruação. Nesta fase ocorre: uma maior sensibilidade à insulina (com o qual se procedem melhor os hidratos de carbono) e uma maior utilização de glicogênio para obter energia. Além disso, o metabolismo cai. Ao utilizar mais glicogênio (para a obtenção da energia de que precisamos na prática de esporte), e, menos gordura, será imprescindível a ingestão de carboidratos suficientes.

A Fase denominada terapia de reposição hormonal (ovulação), vai desde o dia 14 ao 28 após a menstruação. Nesta fase, em contrapartida, ocorre um leve aumento no metabolismo, se perde a sensibilidade à insulina e aumenta o uso de gordura para fornecer energia ao corpo.

Nos dias de menstruação, aumenta a nossa Frequência Cardíaca, Temperatura corporal e a pressão arterial. A perda de sangue e conseqüente perda de hemoglobina, que provoca uma diminuição da capacidade do corpo na hora de transportar oxigênio para os músculos. Portanto, diminuem as possibilidades de trabalho do organismo, bem que nesses dias é recomendável não realizar exercícios que nos levem a elevados consumos de oxigênio. Além disso, você pode sentir maior fadiga e irritabilidade. Por tudo isso, esta será a semana de realizar uma atividade mais suave, dependendo sempre do caso particular de cada uma e suas limitações. É conveniente não deixar o exercício, já que este produz a libertação de determinadas endorfinas que nos ajudarão a reduzir as dores causadas pela menstruação, bem como a manter um bom humor e gasto calórico.

Nos dias anteriores à menstruação, no final da fase lútea, aumentam os desejos. Isso ocorre porque caem os níveis de estrogênio e progesterona. Se você passa, não pense que você é um caso isolado, acontece à maioria. Para estes momentos, tentar não sucumbir à tentação. Você pode comer frutas (as que são mais doces são uma boa opção) ou biscoitos com algum alimento proteico (peru, presunto cozido, nozes, queijo fresco…), isso lhe dará a sensação de saciedade. Não se pular nenhuma refeição, tenta comer a cada 3 horas, assim não dá tempo para que apareça a fome. Em momentos em que precisar acalmar a ansiedade com um alimento mais doce, pode optar pelo chocolate com um percentual elevado de cacau, já que-te-á uma maior quantidade de antioxidantes em comparação ao resto de variedades.

Necessidades nutricionais especiais em mulheres atletas

As mulheres têm necessidades diferentes dos homens também o que há a de acordo com o que a vitamina e mineral. Hoje, falaremos de três deles: o Ferro, o Cálcio e o Ácido Fólico.

O ferro

O ferro é um dos elementos mais abundantes no corpo e é essencial para a realização de diversas funções biológicas.

O ferro desempenha um papel fundamental no transporte de oxigênio, já que é necessário para a formação da hemoglobina, a proteína de transporte de oxigênio, que é crítica para a capacidade aeróbica. Também é necessário para a função ótima de muitas enzimas oxidativas que afetam o metabolismo intracelular.

Existem evidências que sugerem que o exercício afeta os níveis de ferro e vice-versa, um baixo nível de ferro pode afetar negativamente o desempenho físico.

As mulheres de 19 a 50 anos de idade têm uma quantidade diária recomendada de ferro de 18 mg/dia. Na mulher atleta estas recomendações podem aumentar a 30 mg/dia, devido às perdas do mineral através da transpiração, as micro lesões que geram o exercício físico e a eliminação de sangue a nível intestinal (especialmente em mulheres que praticam esportes de fundo).

Quais são as fontes alimentares de ferro? De origem animal: carne vermelha (vaca, cavalo ou boi), gema de ovo, frutos do mar, aves e produtos de miudezas (rim, fígado…). De origem vegetal: cereais integrais, os legumes, as verduras de folha verde-escura (grelos, couve, folhas de beterraba, espinafre…), os frutos secos, fruta seca, as sementes (especialmente as de abóbora) e os produtos fortificados como alguns cereais de pequeno-almoço ou algumas bebidas vegetais. O ferro animal, é absorvido muito mais que o ferro vegetal.

As dietas vegetarianas mal planejadas, o esporte de fundo, e a menstruação, são fatores de risco das mulheres para desenvolver uma deficiência de ferro (anemia ferropirínica), por isso, se você está em um ou mais destes grupos, toma consciência do ferro que consome.

O cálcio

O cálcio é o mineral mais abundante do organismo. Aproximadamente 1% do cálcio corporal será utilizado na contração muscular, enquanto que 99% se encontra em nossos ossos e dentes. Ou seja, o cálcio é um dos principais minerais responsáveis por manter a densidade do osso. Na idade adulta começa a perder-se a força dos ossos, processo que se acelera a mulher ao reduzir os níveis de estrogênio (hormônio que participa no metabolismo ósseo). As atletas com grandes cargas de treinamento e irregularidades menstruais (se traduzem em baixos níveis de estrogênio) devem prestar uma atenção especial ao aporte de cálcio., já que o desgaste dos ossos pode causar o chamado “fraturas de estresse”.

Os requerimentos de cálcio em adultos são de 800-1000 mg/dia, podendo aumentar em até 1.500 mg/dia em mulheres atletas, já que a atividade física aumenta a massa óssea e o conteúdo mineral.

Por tudo isso, a sua alimentação deve conter alimentos ricos em Cálcio, tais como: laticínios (leite, queijo, iogurte), bebidas vegetais ricas em Cálcio, marisco, peixe, nozes, sementes, legumes, cereais integrais enriquecidos, alguns legumes (brócolis, repolho, couve, folhas de repolho, alho-porro).

Nota! Não se esqueça de vitamina D, já que esta vitamina lipossolúvel ajuda a fixar o cálcio nos ossos. Suas fontes alimentares são: o peixe, os ovos, laticínios integrais, bebidas vegetais enriquecidos com manteiga. Mas, acima de tudo, garante uma correta exposição ao sol sem proteção solar, de 20 minutos, no mínimo, 3 vezes por semana.

O Ácido Fólico

O Ácido Fólico (vitamina B9) é um nutriente essencial para o organismo, especialmente por ser usado no corpo para: colaborar na regeneração muscular (criação de células vermelhas do sangue) em produzir e manter a estrutura do DNA, e também para prevenir o aparecimento de doenças como a anemia.

Em atletas, o ácido fólico tem um papel muito importante para reparar e fazer crescer as células musculares, resultando em um componente importante para alcançar um ótimo desempenho esportivo. Além disso, pode atuar como um potente agente antioxidante e combate os danos causados pelos radicais livres que são gerados no corpo de um atleta.

A quantidade diária recomendada de ácido fólico é de 200 mcg, sendo para os atletas, uma dose que pode oscilar entre os 800 e 1200 mg ao dia. O ácido fólico não pode ser sintetizado no corpo, para que a sua obtenção deve ser realizada através de fontes dietéticas. Quais são essas fontes? Os legumes de folha verde, legumes, nozes, sementes de girassol, abacate, cereais fortificados, gema de ovo, peixe branco e azul, peixe, marisco e produtos de miudezas.

IMPORTANTE! Embora os requerimentos de alguns minerais e vitaminas estão aumentados em mulheres atletas, ao ter recebido também as necessidades energéticas, isso facilita cobrir os requerimentos. Ou seja, ao comer mais, já conterá, também, mais macro e micronutrientes, desde que seja uma ingestão bem planejada.

Como evitar a tríade da atleta?

Algumas meninas que fazem esporte ou exercício físico de forma intensa, estão expostos a sofrer de um distúrbio conhecido como “tríade da atleta” (também conhecido como “tríade da atleta”). Esta situação afeta as mulheres e é uma combinação dos três seguintes doenças: doenças do comportamento alimentar, amenorreia e osteoporose. Um atleta pode ter um, dois ou os três componentes da tríade. Sem tratamento, e de acordo com que idade acontece, as consequências podem ser muito graves e irreversíveis, como a perda de força dos ossos, danos em órgãos devido à falta de nutrientes, perda excessiva de peso, ausência ou irregularidade na menstruação, fadiga, fraturas por estresse…

Para evitar este problema, é muito importante ingerir a quantidade suficiente de calorias para fazer frente às demandas de energia que envolve a prática esportiva que executam. Seguir uma dieta equilibrada, ter hábitos alimentares saudáveis e fazer exercício de forma moderada, são essenciais. Lembre-se que uma alimentação adequada permite otimizar o rendimento físico e contribui para melhorar os resultados desportivos. Nunca fazer uma dieta muito restritiva pode se beneficiar, uma baixa disponibilidade energética influencia negativamente na saúde óssea de atletas, quer diretamente, quer por um desequilíbrio hormonal em situação de amenorreia.